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terça-feira, 25 de junho de 2013

CASTIGO AOS HOMOSSEXUAIS

Deputado russo propõe legalização de açoitamento público de homossexuais

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa do Transbaikal, Alexandre Mikhailov, propôs nesta quinta-feira, uma lei polêmica para legalizar o açoitamento público de homossexuais.

  • homossexuais
    (Foto: REUTERS/Allison Joyce)
    Cat Yezbak (L) Rachel Priebe soltam bolhas de sabão em Manhattan,24 de julho de 2011.
Segundo Mikhailov, a intenção é incentivar o senso comum das pessoas sobre essa “vergonha”, referindo-se às relações homossexuais.
Em entrevista ao portal Chita.ru, o deputado afirmou que o Transbaikal, uma região da Rússia, precisa de uma lei que permita que as tropas peguem os gays na rua e os arrastem para a praça da cidade, onde lá seriam chicoteados pelos cossacos”.
O organizador da Parada Gay de Moscou, Nikolai Alekseev, respondeu à proposta de Mikhailov em seu Twitter, dizendo que está pronto para receber às chicotadas.
“Já que a Rússia quer voltar à Idade Média, é preciso ser coerente. Vamos cortar as mãos dos políticos e funcionários públicos que forem pegos roubando. E que isso seja feito na praça central de cada cidade, como um espetáculo”, ironizou ele.
A proposta de Alexandre vem depois de uma séria de tentativas de implementação de leis rígidas contra o homossexualismo.
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Em 11 de junho, a legislação russa aprovou uma medida que proíbe a propaganda gay.
O descumprimento da lei pode resultar em uma multa de até 5 mil rublos ou cerca de R$ 340 para pessoas físicas, 50 mil rublos (R$ 3,4 mil) para pessoas públicas. Para entidades jurídicas o valor é de 1 milhão de rublos ou R$ 67,8 mil.
Recentemente também, a Rússia legalizou a proibição de marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos

Polêmica Gay

Mara Maravilha defende Feliciano e se envolve em polêmica por declaração de que gays são 'aberração'

‘Estou sendo mal interpretada! Nunca disse que gay é aberração!’, esclareceu a cantora no Instagram

PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

A cantora Mara Maravilha, 25 anos, defendeu o deputado federal Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), no programa Morning Show, exibido pela Rede TV! na segunda-feira (24), e acabou se envolvendo em uma polêmica. Isso porque muitos veículos de comunicação teriam dito que ela chamou os gays de uma “aberração”.

  • Mara Maravilha Morning Show
    (Foto: Reprodução/Morning Show)
    Mara Maravilha defendeu Feliciano no programa Morning Show, exibido pela Rede TV!.
Foi então que a famosa utilizou a rede social Instagram para explicar que não chamou os gays de aberração, como estava sendo divulgado exaustivamente pela mídia, e que apenas comentou sobre condutas que acredita serem indevidas.
“Estou sendo mal interpretada! Nunca disse que gay é aberração! Não levanto nenhuma bandeira política oportunista! Em todas essas calúnias contra mim, o que vai prevalecer é a minha conduta de respeito e amor ao próximo, sem fazer acepção de pessoas... Bulling é aberração! Não vou me intimidar, continuo contando com o bom senso e a inteligência de todos independente de suas escolhas sexuais, religiosas e políticas. No demais Vai Tudo Bem, e não pretendo comentar mais sobre o assunto. Porque o justo não se justifica!”, publicou Mara.
A fala que gerou a polêmica foi a seguinte: “Têm muitos pais, muitas mães, muitas pessoas que não concordam com essa aberração. Eu não acho bonito nem um homem e uma mulher ficarem se atracando, esse tipo de coisa é particular. Imaginem duas mulheres, dois homens, em público? Eu não acho bonito. Agora, se acontecer de eu presenciar uma cena destas, se estiver me incomodando, eu não vou fazer baixaria, eu me retiro”.
No Morning Show, a cantora afirmou ainda que “muitos pensam igual ao pastor Feliciano. Eu, particularmente, gosto muito do pastor Marco Feliciano e o respeito muito. E, assim como ele, eu e todos nós podemos ter as nossas opiniões. Você tem que respeitar o gay e tem que respeitar também a opinião de quem não pensa como o gay”.
Ela argumentou também no programa televisivo que conhece homossexuais que querem a cura: “que queriam viver livre disso [homossexualidade]. Mas, isso é de cada um”.
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A polêmica veio depois que o projeto de Decreto Legislativo nº 234/11, que ficou conhecido como “cura gay”, foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) presidida por Feliciano, na semana passada.
O projeto determina que psicólogos poderão tratar pacientes contra a homossexualidade. No entanto, antes de virar lei, o caso deverá ainda passar pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça para, então, chegar ao plenário da Câmara para apreciação dos demais deputados.
Depois dessa aprovação, o projeto segue para a análise do Senado e da presidenta Dilma Rousseff.
Mara Maravilha começou sua carreira apresentando programas infantis. Desde 1995, a estrela trabalha como cantora gospel.

MIDIA REDUZ TEMPO DE MATÉRIA SOBRE PROTESTOS

25/06/2013 - 20h29

Planalto diz ter chegado a entendimento com Alves e Renan sobre plebiscito


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BRENO COSTA
TAI NALON
DE BRASÍLIA


País em protestoO Palácio do Planalto disse ter chegado a um entendimento com os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Henrique Eduardo Alves, para a realização de um plebiscito com uma série de perguntas sobre mudanças na legislação eleitoral, partidária e, eventualmente, em trechos da Constituição relativa à organização política do país.

Essas perguntas serão definidas nos próximos dias, num esforço de diálogo capitaneado pelo Planalto. Nos próximos dias os líderes dos partidos da base e da oposição serão chamados para uma reunião ampliada com a presidente Dilma, segundo informou o ministro Aloizio Mercadante (Educação), que participou da reunião no fim da tarde desta terça-feira (25), no Palácio do Planalto.

Veja outras notícias sobre os protestos no Brasil

O consenso coloca por terra a ideia apresentada ontem pela própria presidente. O Planalto nega que tenha havido recuo. A explicação, transmitida mais cedo pelo ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) e agora por Mercadante, parte do fato de que a presidente falou em "processo constituinte", e não em "assembleia constituinte". A possibilidade de convocação de uma constituinte provocou forte reação negativa no meio político e jurídico.

"Há uma polêmica constitucional", resumiu Mercadante, sobre a possibilidade de uma assembleia constituinte. "A convergência se deu em relação ao plebiscito."

O Planalto agora corre, com o anunciado apoio da cúpula do Congresso, para viabilizar o plebiscito de forma que mudanças na legislação eleitoral sejam definidas até outubro, de forma que já passem a valer nas eleições do ano que vem.

O primeiro passo será dado nesta quarta-feira (26), quando emissários da presidente consultarão a presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Carmen Lúcia. O objetivo é saber quais datas seriam possíveis operacionalmente para a realização do plebiscito. A ideia inicial do governo é fazer isso numa data simbólica, como o dia 7 de setembro.

PASSE LIVRE

Um dos pontos levados por Renan Calheiros na reunião com Dilma foi a proposta, apresentada logo antes, no plenário do Senado, de usar os royalties do petróleo para bancar o passe livre no transporte público, em todo o país, para estudantes.

Ministro da área, Mercadante disse que a proposta ainda precisa ser analisada com muita calma, e que o Planalto não tem posição fechada a respeito.

"A presidente disse que iria estudar, mas não se comprometeu com nada", afirmou.

Ontem, ao receber manifestantes do Movimento Passe Livre, Dilma afirmou que a proposta era inviável financeiramente.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

CONTAS 2003 E 2004 DO GOVERNO ANABAL REPROVADAS PELO TCE

 Até agora estava guardada e destruída. Estava guardada por algumas pessoas corajosoas que esperavam o momento oportuno  para divulgar. Destruída porque até na Câmara Municipal de Seropédica estes documentos não existiam.
Vamos primeiro às contas de 2003 e depoias às de 2004.






















agora as contas de 2004
 
 

domingo, 23 de junho de 2013

A PROFECIA DO CACIQUE SETAHL


QUEM É O DONO DA PUREZA DO AR E DO BRILHO DA ÁGUA?
Como podes comprar ou vender o céu – o calor da terra? Tal ideia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar e do brilho da água. Como podes então compra-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas de nosso tempo. Toda essa terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele, um pedaço de terra é igual a outro. Porque ele é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã; é sua inimiga, e depois de a esgotar, ele vai embora. Deixa para trás a cova de seu pai, sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos. Nada respeita. Esquece o cemitério dos antepassados e o direito dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás só desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho. Talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas de insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulha das cidades é terrível para meus ouvidos... E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo, à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho dágua e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio dia e com o aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho. Porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar – animais, árvores, homens.
Não parece que o homem branco se importa com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao ar fétido.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonadas pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro passa a ser mais valioso do que um bisão que nós, os índios, matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra. Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias – eles não são muitos. Mais algumas horas, até mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que tem vagueado em pequenos bandos nos bosques sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De uma coisa sabemos que o homem branco talvez tenha um dia a descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julgas, talvez, que podes ser dono dele da mesma maneira como desejas possuir a nossa terra. Mas não podes. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é causar desprezo pelo Criador... O homem branco também vai desaparecer talvez mais depressa do que as outras raças. Continuas sujando tua própria cama e hás de morrer, uma noite, sufocado nos teus próprios excrementos! Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos federem a gente, quando as colinas escarpadas encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça, o fim da vida e o começo da luta para sobreviver.
Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite aos seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferece para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã, mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos, temos de escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda, é para garantir as reservas que nos prometestes. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda a tua força, o teu poder e todo o teu coração, conserva-a para os teus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem pode evitar o nosso destino comum.
 
A HISTÓRIA TESTEMUNHA A CANIFICINA
A carta acima, traduzida da revista norueguesa Norsk Natur (1974), foi escrita em 1885, pelo cacique Seathl, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, ao então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce, depois que o governo deu a entender que desejava adquirir o território da tribo.
Embora antigas, suas palavras revelam, que o pensamento ecológico não é exclusivo dos dias de hoje. E mostram como continuam atuais no mundo.
As cinzas do cacique Seathl e dos remanescentes de sua tribo jazem agora muito longe das terras em que viveram. Foram imolados em nome da tese, então vigente, de que a conquista das novas terras do Oeste, com a simultânea remoção dos índios, era imprescindível ao progresso. A carnificina não parou por aí. Outros governantes, somente no Século XX, em nome da revolução socialista, da limpeza étnica e de Deus, exterminaram milhares e milhares de pessoas.
 
Ao apagar das luzes do segundo milênio chega-se a seguinte conclusão: O mundo é um navio sem rumo. E o que é pior, se alguns homens bárbaros não tivessem sido eleitos a governantes, centenas de milhares de vidas não seriam sacrificadas cruelmente nas mais diferentes formas de torturas e práticas de extermínios. Veja a seguir a verdade sobre os inimigos da humanidade e a competência que o mundo possui de produzir líderes:
Os protagonistas da violência
Mao Tsé Tung. Quantas mortes provocou: entre 20 milhões e 40 milhões, levando em conta as vítimas da fome provocadas pela transferência forçados dos agricultores para a indústria.
Em nome de quê? Da Revolução Socialista, da Revolução Cultural, da manutenção do fervor revolucionário e da formação de um “novo homem chinês”. Como chegou ao poder: Em 1926 liderou uma série de rebeliões camponesas. Perseguiu, comandou entre 1934 e 1935 a Grande Marcha, levando as suas tropas em direção ao Nordeste do pais e se firmando como o novo líder comunista chinês. Tornou-se chefe de estado em 1949 com a proclamação da República Popular da China.
Josef Stalin. Quantas mortes provocou: Entre 15 e 20 milhões, sem levar em conta das vítimas da fome provocada pela coletivação forçadas dos campos.
Em nome de quê? Da implantação do socialismo, no campo da industrialização da União Soviética, da ditadura do proletariado e do esmagamento das resistências nacionalistas 1° Criação da União Soviética.
Como chegou ao poder: Depois da revolução de 1917, tornou-se comissário das nacionalidades do Conselho dos Comissários do Povo. Com a morte de Lênin, em 1924, assumiu a chefia do Partido Comunista e se desfez de seus inimigos. Governou até a morte, em 1953.
Adolf Hitler. Quantas mortes provocou. Seis milhões somente de judeus, além de cinco milhões de soldados alemães e milhares de aliados mortos na II Guerra.
Em nome de quê? Da supremacia da raça ariana, da limpeza étnica na Europa e da conquista do Continente Europeu.
Como chegou ao poder: Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores Alemães na década de 20. Embora tenha perdido a eleição para presidente em 1932, conquistou os alemães, que viam no estado autoritário a única saída para a desesperadora crise econômica, e se transformou chanceler.
Pol Pot. Quantas mortes provocou: Três milhões. Em nome de Quê? Da revolução a qual pretendia erradicar o capitalismo do Camboja, o regime de propriedade feudal a herança do colonialismo francês e o obscurantismo budista.
Como chegou ao poder: Liderava o Partido Comunista que se aliou ao grupo guerrilheiro Khmer Vermelho na guerra civil contra o general Lon Nol, apoiado pelos EUA. No dia 1° de abril de 1975, os guerrilheiros conquistaram a capital e, meses depois, Pol Pot assumiu o novo governo.
Talaat Paxá. Quantas mortes provocou: 1,2 milhão durante o massacre do povo armênio. Em nome de quê? Da limpeza étnica na Turquia.
Como chegou ao poder: Ingressou no Movimento Nacionalista Jovem Turco, que controlava o então Império Otomano, em 1908. No ano seguinte foi eleito deputado e apontado como ministro do interior da Turquia. Deu a ordem para aniquilar os armênios em 1915.

SE A PEC 37 PASSAR O BRASIL VAI PARAR


 

Se a PEC 37 passar o Brasil vai parar, literalmente

Está na hora de todos os políticos brasileiros devolverem os devidos cargos legislativos (doados pelos eleitores), à população nas eleições de outubro de 2012. Devem eles (os políticos), cumprir o Parágrafo Único do Artigo Primeiro da Constituição promulgada em 1988: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos...”. Pelo que se pode concluir das megas-manifestações nacionais a população nacional rejeita: os partidos, os políticos e, consequentemente, o trabalho improdutivo apresentado à Nação. Desta forma, nada mais justo do que a devolução dos cargos. A PEC 37* é um escracho, uma senvergonice de quem ignora a temporalidade do cargo em busca da perpetuação do poder. As manifestações comunicam ao mundo que exige um Brasil sério e não aceitam mais os vícios da colonização: exploração, escravidão, infanticídio, genocídio, corrupção e despotismo.

O povo brasileiro mostra nas manifestações diárias com a presença de milhares de crianças, jovens, adultos e integrantes da terceira idade, que chegou a hora de mudar radicalmente. Mostra, os manifestantes, que os discursos nada mais são do simples demagogias, enganação, malandragem verborrágica e o famoso “empurra com a barriga”, em benefício próprio.

Quanto ao termo pejorativo “Vândalos/vandalismo”, consideramos uma injustiça contra um povo guerreiro que conquistou várias partes da Europa e chegou até ao Norte da África. É bom frisar que bandidos e criminosos estão em todas as partes e em todos os lugares, seja de dia ou de noite e/ou em qualquer ocasião. No caso das manifestações ora em voga no país, não poderia ser diferente. O que ocorre é que parece que algumas pessoas insistem em divulgar mais os atos de arruaceiros, ou bandidos ou criminosos do que propriamente a movimentação pacífica. Em certos casos a mídia procura (consciente ou inconscientemente) confundir a opinião pública colocando os dois (os pacifistas e os arruaceiros), no mesmo barco.

Sem dúvida o modo e a maneira de informar o desenrolar dos fatos carece de uma boa dose de comunicação.

É incrível como pessoas estudiosas (analistas sociais, cientistas e pós-graduados em um monte de coisas), não conseguem fazer a leitura correta da mensagem popular durante as manifestações. Viciados em vãs repetições acadêmicas e baseados em escolas científicas, sociais e ateias, esses comentaristas estão tropeçando ao sol de meio dia. Na realidade, a revolta pacífica brasileira em andamento (e queira Deus que continue por longo tempo), coloca os cegos guias de cegos dentro de um sepulcro caiado faraônico. Eles não encontram em compêndios algo igual, eles querem rótulo para compor uma rotulação, eles querem líderes porque nunca foram capaz de liderar coisa alguma eles querem um alfabeto complicado, sofisticado para poder ler o que a população quer dizer.

A presidenta Dilma errou ao colocar os “lideres” da manifestação no mesmo patamar dos sindicalistas, políticos, governadores e parlamentares para poder fazer um grande pacto. Esqueceu a ex-guerrilheira que a arma revolucionária de hoje é a rejeição pura e simplesmente aos métodos agora declarados antiquados e completamente jurássicos, de fazer política e governar.

O povo brasileiro está dando uma lição não somente aos nossos políticos mas a todos os políticos do mundo, que se lambuzam na enganação pura e simplesmente da corrupção.

As manifestações continuarão porque a pauta de reinvindicação é centenária. Quanto a PEC 37, é melhor extinguir porque o Gigante Adormecido já mostrou que tão cedo vai voltar a adormecer.

*O termo "vandalismo" como sinônimo de espírito de destruição foi cunhado no final do século XVIII,12 , em janeiro de 179413 , por Henri Grégoire,14 15 bispo constitucional de Blois; ele cunhou o termo e o tornou comum através de uma série de relatórios para a Convenção, denunciando a destruição de artefatos culturais como monumentos, pinturas, livros que estavam sendo destruídos como símbolo de um ódio ao passado de "feudalismo", "tirania da realeza" e "preconceito religioso", durante o Reino do Terror.13 Em seu livro Memoirs, ele escreveu: "Inventei a palavra para abolir o ato

*Proposta de Emenda Constitucional 37/2011. Se aprovada, o poder de investigação criminal seria exclusivo das polícias federal e civis, retirando esta atribuição de alguns órgãos e, sobretudo, do Ministério Público (MP). A PEC 37 sugere incluir um novo parágrafo ao Artigo 144 da Constituição Federal, que trata da Segurança Pública. O item adicional traria a seguinte redação: "A apuração das infrações penais de que tratam os §§ 1º e 4º deste artigo, incumbem privativamente às polícias federal e civis dos Estados e do Distrito Federal, respectivamente.

JORNALISTA GILBERTO PESSOA, EM 22.06.2013

sábado, 22 de junho de 2013

CÂMARA COM MEDO ADIA VOTAÇÃO DA PEC 37

Extraído de: Associação do Ministério Público do Ceará  - 20 de Junho de 2013

Câmara adia a votação da PEC 37.Mobilização contra a proposta continua

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Foi adiada a votação da Proposta de Emenda à Constituição 37/11, que restringe o poder de investigação do Ministério Público. A informação foi divulgada pela Assessoria de Imprensa da Presidência da Câmara.
A votação estava prevista para o próximo dia 26 no Plenário da Câmara dos Deputados. Uma nova data deverá ser marcada durante reunião do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, com o grupo de trabalho que discute o texto. A reunião será realizada na próxima terça-feira (25).
Contudo, a mobilização para que a PEC 37 não seja aprovada continua. A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), em parceria com o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG); com a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR); a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT); a Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM); e a Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), está promovendo a campanha nacional Brasil Contra a Impunidade. Objetivo da campanha é alertar a sociedade e os parlamentares sobre os riscos da PEC 37.
Aqui no Ceará, a ACMP prossegue com o Panfletaço contra a PEC 37 amanhã, dia 21.06, de 16 às 21 horas, no calçadão da Avenida Beira-Mar, próximo as barracas que vendem artesanato.
Clique aqui para mais informações sobre a campanha nacional Brasil Contra a Impunidade.
Autor: Conamp

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