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terça-feira, 21 de maio de 2013

A DITA- DURA GAY VAI PERDER FÔLEGO

Ditadura gay’, diz Marisa Lobo em resposta à afirmação de sociólogo: ‘Heterossexualidade não é natural’
PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Depois da declaração de um sociólogo em artigo publicado pela Bol, de que a ‘heterossexualidade não é natural, é compulsória’, líderes evangélicos se levantaram para manifestar sua indignação. A psicóloga Marisa Lobo se pronunciou falando sobre a tática da ditadura gay de querer desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade.

  • Marisa Lobo
    (Foto:Reprodução/Twitter)
    Psicóloga cristã Marisa Lobo.
Segundo Marisa Lobo, em sua coluna no Gospel Mais, essa ‘ditadura gay’ existe e está para “desconstruir a família tradicional e com isso afetar o cristianismo”. Marisa Lobo afirma que a sociedade está sendo pressionada por uma militância ideológica política de gênero (gay) com a ajuda da mídia e de políticos em busca de votos.
“Convencendo a população e a nós mesmos que nosso Deus é homofóbico, nossa Bíblia é homofóbica, nós cristãos somos homofóbicos, e com a ajuda de nossa omissão, nossa hipocrisia, falta de conhecimento e humildade em reconhecer aqueles que ajudam e enfrentam essas causas.”
No artigo da Bol, o professor do departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Richard Miskolci diz: "Todos têm essa possibilidade de se relacionar com o mesmo sexo, mas, no processo de socialização, as pessoas podem perdê-la. Desde crianças somos adestrados. Heterossexualidade não é algo natural, hoje sabemos que ela e compulsória".
A psicóloga cristã esclarece que essa tentantiva de desconstrução de Deus e da família vem através da prática de teorias como a Teoria Queer (teoria da desconstrução), Gênero Neutro e heteronormatividade. Além disso o ateísmo, relativismo social, educação, leis, política, agenda internacional, auxiliam a instituir a homofobia (lei da mordaça).
Marisa Lobo diz que seu papel e dos cristãos frente a isso é de denunciar e não se omitir, cobrar de deputados mais foco nas causas da família, porque “Jesus não foi omisso conosco”.
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"E eu não sei você, vou fazer a minha parte, denunciar, palestra, escrever, alertar, gostem ou não do que vem acontecendo cobrar de nossos deputados mais foco, nas causas da família, ainda que não gostem ainda que sejamos taxados de oportunista, não importa fala sua parte, ou melhor vá além."
Ela faz crítica àqueles que são omissos e ao mesmo tempo apela para que a igreja ajude a lutar contra essa ditadura.
“Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ‘Estamos orando’; ‘Deus proverá’; ‘é mister que isso ocorra’… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos!”
De acordo com ela, tais líderes transformaram a força da palavra de Deus em ‘chavões’ e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do Evangelho.
“É necessário que entendamos que, a luta com os demônios é guerra no mundo espiritual. Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência”, explicou.
“O crente para atuar nessa área precisa estar devidamente revestido de poder, e estar dotado de fé suficiente para esse trabalho. Transportando para o mundo natural, o crente precisa ter conhecimento, cultura, sabedoria natural e ao mesmo tempo, oração, jejum e ação para poder agir no mundo natural”.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

PASTOR EVERALDO JÁ GANHA ADEPTOS EM SEROPÉDICA

PSC anuncia pastor Everaldo como candidato à presidente do Brasil

A ideia do partido era lançar a princípio o pastor Marco Feliciano para candidato.

PorAdoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

Apesar do nome do deputado federal Marco Feliciano ser anunciado como o mais cotado para candidato a presidência do Brasil pelo Partido Social Cristão (PSC), o líder do partido, André Moura (SE), anunciou durante uma reunião realizada nesta terça-feira (14) o lançamento da pré-candidatura a presidente da República o Pastor Everaldo Pereira.

  • everaldo
    (Foto: Divulgação)
    O pastor e vice-presidente do Partido Social Cristão, Everaldo Pereira.
Everaldo, de 57 anos, é da igreja Assembleia de Deus Ministério de Madureira e ocupa atualmente a vice-presidência do PSC. Nascido na favela de Acari, no Rio de Janeiro, Pereira é formado em ciências atuariais e disputa pela primeira vez uma eleição. “Foi o PSC quem me escolheu. Nosso inspirador Jesus veio para servir e não se servir. Também quero servir e não me servir da política”, disse o Pastor Everaldo segundo informação de O Globo.
O PSC ganhou maior notoriedade com as polêmicas envolvendo o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). As declarações polêmicas do deputado em que se posiciona, principalmente, contra o ato homossexual e o casamento gay, dividiram opiniões. O assunto teve maior repercussão nacional desde quando Feliciano assumiu, em meio a manifestações, a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDHM), em março deste ano. Com a visibilidade, o PSC pega carona e, conforme havia anunciado, em 2014 terá candidato próprio e consequentemente será desfeito o apoio ao Partido dos Trabalhadores (PT) e a presidente Dilma Rousseff.
Segundo o líder do PSC, André Moura, a escolha do pastor Everaldo foi unânime pela bancada do partido. O Globo informou ainda que no momento em que Everaldo concedia a entrevista, o deputado Feliciano se aproximou e declarou não ser agora sua vez de concorrer ao cargo de presidente de república. “Não tenho competência para ser presidente da República. Está em boas mãos”, disse Feliciano se referindo ao pastor Everaldo.
Marco Feliciano, segundo o Globo, comemorou com orgulho a visibilidade que projetou do partido. “Acabei sendo um plus a mais. Esse bombardeio acabou projetando o partido”.

domingo, 5 de maio de 2013

ESTUPRO NA AV BRASIL

Mulher é estuprada em ônibus em Realengo

O Globo
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Uma mulher de cerca de 30 anos foi estuprada dentro de um micro-ônibus da linha 369 (Bangu — Carioca) na tarde da última sexta-feira. O veículo seguia pela Avenida Brasil, na altura de Realengo, por volta de 17h30m, quando um homem armado entrou e anunciou um assalto. Após retirar alguns pertences das vítimas, ele pediu que elas fossem para a parte de trás do veículo e estuprou uma das passageiras, que não teve a identidade revelada pela polícia.
De acordo com o delegado titular da 17ª DP (São Cristóvão), Maurício Luciano, o motorista do veículo acionou a Polícia Militar e todos os passageiros foram encaminhados para prestar depoimento. A mulher vítima de estupro realizou coleta de material genético no Instituto Médico Legal para futura verificação com o material do autor do crime. O delegado informou ainda que ela foi encaminhada a um hospital para tomar o coquetel antiaids.
A Polícia pediu à empresa de ônibus responsável pela linha as imagens do interior do veículo com o objetivo de esclarecer a identidade do autor do crime. O delegado também pretende pedir imagens das câmeras da prefeitura que possam mostrar o momento em que o homem entrou no ônibus, na altura de Realengo, e quando ele desceu, próximo ao Instituto Nacional de Trumatologia e Ortopedia (Into). As vítimas afirmam que o autor aparentava ter cerca de 24 anos, é pardo, e tem o cabelo preto com o corte asa delta. Um retrato falado deve ser feito na próxima semana.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/mulher-estuprada-em-onibus-em-realengo-8293839.html#ixzz2SQQh6DjE

CASAMRNTO GAY

'MATRIMÔNIO' HOMOSSEXUAL: quando as 'Palavras' e o 'Direito' já não representam a realidade.

“E conhecereis a Verdade (Aletheia) e a Verdade vos libertará (...) A Palavra (Logos) é a Verdade (Aletheia] – Jesus Cristo, no ano 28.”

PorDr. Uziel Santana | Colunista Convidado do The Christian Post

A partir do século passado, com a derrocada do soberbo projeto da “modernidade da humanidade”, estabelecido no “século das luzes” que desvanecem (o século XVIII), e, por certo, transliterado na máxima conteudística de que “o homem é a medida de todas as coisas” e a Razão é a plena expressão da divindade em nós, e, por assim ser, com o surgimento da chamada pós-modernidade da humanidade – a época áurea dos relativismos, onde não há mais o Caminho, a Verdade e a Vida, mas “caminhos”, “verdades” e “vidas” –, passamos a viver em um momento da história da humanidade onde as Palavras que dizemos e o Direito sob o qual vivemos, definitivamente, já não representam a realidade na qual existimos. Vivemos, desgraçada e alienadamente, a operação do erro e da mentira em seu máximo nível semântico, num estado de hipnose mental tal no qual já não nos reconhecemos e simplesmente nos aceitamos como principal elemento da natureza criada por Deus. E isso inclui a própria negação da realidade natural do corpo e da alma humana. Vivemos, realmente, a nonsense foucaultiana de que somos, como homens, não uma essência definida por Deus, mas uma invenção linguística ambígua e equívoca da modernidade da humanidade (Foucault, Les Mots et lês choses, 1966).

  • uziel santana
Um típico exemplo desse estado de coisas descrito acima é o caso do chamado “Matrimônio” Homossexual. E o grafema aspas (“”) sobre a palavra matrimônio não é sem razão. Se não, vejamos.
Ao fazermos uma simples análise etimológica dessa expressão – “Matrimônio” Homossexual –, vemos o quanto estamos imersos em uma ordem onde as nossas Palavras já não representam a realidade concretamente. É como se, ao falarmos, mesmo a realidade e a natureza nos dizendo outra coisa (e, por assim ser, afirmando-nos a impossibilidade do que dizemos), mentimos descaradamente para nós mesmos e uns para os outros. Neste caso, por exemplo, a palavra “matrimônio” vem do latim “matrimónium” e, em linhas gerais, na sociedade e no Direito Romano, significava a união de um homem e uma mulher com vistas a formar um consortium omnis vitae (consórcio para a vida toda). Assim, “Matri” vem de “Mater” (mãe) que, adicionado ao sufixo “monium”, representaria a faculdade jurídica que a mulher tinha para poder ser, natural e legalmente, “mãe”, contraindo núpcias com um homem (A. ERNOUT et A. MEILLET, Dictionnaire Étymologique, 1951).
Se formos ao grego clássico, a não representação da realidade factual da expressão “Matrimônio” Homossexual é ainda mais alarmante, porque a palavra que dá origem ao termo matrimônio, no grego, é o substantivo Gamós, que procede de Gameo, palavra derivada da raiz gam- ou gem -, cujo significado é “encaixar juntos”, “formar um par”, ou mesmo, “gerar”, “dar à luz” (gennao)[CHANTRAINE, Pierre, Dictionnaire Étymologique, 1968]. Daí surgiram os termos biológicos “gametas” que são as células sexuais que representam a natureza dos sexos masculino e feminino e que dão este potencial genético que um “matrimônio” homossexual, de fato, em realidade e em verdade, não tem por uma impossibilidade natural.
Tanto os gregos, quanto os romanos tinham um especial apreço em usar as Palavras de modo que representassem “real e verdadeiramente” a realidade. Neste sentido, eles usavam Palavras e escreviam Textos – científicos, literários e etc. – como “Mímesis” (imitação) da realidade (AUERBACH, E., Mímesis, 1942) e não como se faz, notadamente, agora, nesta era da pós-modernidade, quando usamos, muitas vezes falsamente, palavras e discursos para produzir realidades (Poíesis) ou mesmo descontruir realidades, como é o caso da expressão “Matrimônio” homossexual. Ora, de fato, há uma impossibilidade natural e real em se falar esta expressão, porque, simplesmente, a adjetivação “homo”, semanticamente, indica que se trata de um mesmo sexo, de modo que assim não há “gamos”, nem “matrimónium”, como explicamos acima.
Mas, porque estou a dizer tudo isso? Porque mais do que mentir sobre a realidade, esta expressão e luta política do movimento gay no mundo todo – como, agora, discute-se, vexatoriamente, na França e nos EUA – faz parte de um nonsense que é ainda mais aviltante no contexto em que vivemos: estou a falar, agora, do fenômeno jurídico como não representativo da realidade, é dizer, a não legitimação social do que se quer estabelecer e impor para todos. Isso porque, por exemplo, sociedades como a brasileira, a francesa e a americana são eminentemente cristãs. E, assim, em tese, este conjunto de pessoas entende o matrimônio como um sacramento entre homem e mulher, nos exatos termos da tradição etimológica grego-romanista que vimos e, mais ainda, nos exatos termos da tradição da moral judaico-cristã. Assim, estabelecer no sistema jurídico desses países que Matrimônio é um instituto (conceito), ou uma instituição (realidade), também entre pessoas do mesmo sexo é criar um “Direito” que não corresponde à realidade dessas sociedades, seja ela em termos de natureza humana, seja ela em termos de consciência e moral jurídica.
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Destarte, penso que a Palavra e o Direito devem ser, necessariamente, como o foram deste a tradição clássica (greco-romana), simples expressões semânticas que representam com fidelidade as realidades natural, individual e social, tal como o Logos (Jesus), sempre foi, é e sempre será a expressão exata da Aletheia de Deus. Portanto, não ao “Matrimônio” homossexual, não à dessacralização do termo. No máximo - ainda que contrário sensu meu - o reconhecimento jurídico para fins patrimoniais e previdenciários da união de pessoas do mesmo sexo. Isso sim não fere a natureza das coisas, a etimologia da palavra, e a legitimidade do Direito, ainda que seja – aqui sim –, como diz Foucault, uma invenção linguística ambígua e equívoca da modernidade da humanidade.



O Dr. Uziel Santana é jurista, Professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e da Universidad de Buenos Aires, Mestre em Direito (UFPe), Doutorando pela EHESS-Paris e presidente da ANAJURE.

QUEM É SALVO?

É possível não ser cristão e ser salvo?

Como interpretar João 10.16: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”?

PorCiro Sanches Zibordi | Colunista Convidado do The Christian Post

Como interpretar João 10.16: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”?

  • Ciro
Todos os salvos têm a certeza da salvação porque creram no Senhor Jesus e se arrependeram de seus pecados (Jo 3.16 e Rm 10.9,10). Mas, o que o Mestre quis dizer em João 10.16, ao mencionar “outras ovelhas”, de outro aprisco? Estaria Ele aludindo à salvação fora do cristianismo? Haveria, a partir dessa passagem, uma abertura para acreditarmos que muçulmanos, budistas, espíritas, etc. poderão ser salvos, mesmo permanecendo nessas religiões?
Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12). Qualquer religioso, ao se converter de verdade, passa a trilhar o único caminho para a salvação (Jo 14.6), visto que é impossível receber a Cristo como Salvador e continuar abraçando a reencarnação ou outras doutrinas anticristãs. A quem, pois, o Mestre se referiu em João 10.16? Alguns estudiosos argumentam que as “outras ovelhas” seriam os judeus helenistas, dispersos pelo mundo. Mas o próprio Evangelho de João mostra que o Mestre se referiu aos salvos do mundo todo. Considerando que, em João, o Senhor afirma que a mensagem de salvação é para o mundo inteiro (1.10 e 12.32), as “outras ovelhas” seriam judeus e gentios, indistintamente (7.35-39). Aliás, nesse mesmo Evangelho, o Senhor Jesus é chamado textualmente de “o Salvador mundo” (4.42).
Não existe salvação fora de Cristo e, consequentemente, do verdadeiro cristianismo, posto que este é formado por indivíduos que obedecem àquEle. Ao dizer “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”, o Senhor se referiu, à luz do Novo Testamento, ao resultado da Grande Comissão (Mt 28.19 e Mc 16.15), que teria início após sua morte e sua ressurreição (Jo 11.46-52; 17.20-23). Aliás, no próprio capítulo 10 de João, o Senhor Jesus asseveou: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo” (v9 – ARA).
Diante do exposto, a resposta bíblica à pergunta em apreço é a seguinte: as condições para se obter a salvação em Cristo Jesus - que se dá exclusivamente pela sua graça (Tt 2.11) - são duas: arrependimento e fé, as quais estão casadas (Mc 1.15 e At 2.38ss). O infrator crucificado ao lado de Jesus, por exemplo, não era evangélico, mas, ao arrepender-se de seus pecados e crer no Salvador, ouviu deste a seguinte promessa: “hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.43).
Ser evangélico não é uma condição para ser salvo. Mas pertencer a uma igreja evangélica - compromissada com a Palavra de Deus, que ama o próximo, prega o Evangelho e obedece à sã doutrina - em geral indica que houve conversão (At 3.19). Por outro lado, diferentemente do que assevera o papa Bento XVI, a salvação não é exclusividade de uma religião pretensamente cristã, como o catolicismo. Religião alguma pode salvar alguém (Ef 2.8-10). Pertencemos a uma igreja porque temos a necessidade de cultuar a Deus de modo coletivo, desfrutar de comunhão e aprender uns com os outros etc.

Tratamento para gays

Marco Feliciano defende a discussão do projeto que libera o tratamento para o homossexualismo

PorTayguara Ribeiro | Correspondente do The Christian Post

O pastor, deputado e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano (PSC), defendeu a discussão do projeto de lei que aborda a questão do tratamento psicológico para homossexuais.

  • marco feliciano
    (Foto: Twitter/Assessoria-Marco Feliciano)
    Deputado Pastor Marco Feliciano é o novo Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Quinta-feira, 07 de março de 2013.
"A mídia divulga um PL [projeto de lei] como ‘cura gay’ quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença ... Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade", disse Feliciano pelo Twitter.
"Como presidente da comissão apenas coloco em pauta os projetos, cabe aos parlamentares discutirem, discursarem e convencerem com seus argumentos. Não podemos fugir de assuntos como este, nem como da Redução da Maioridade Penal, etc. precisamos enfrentar", concluiu o deputado.
A proposta de lei foi apresentada pelo deputado João Campos (PSDB-GO). O projeto busca suspender a resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais de realizarem tratamento psicológico contra a homossexualidade.
O projeto tem gerado muita polêmica por dar a entender que o homossexualismo pode ser tratado, ou seja, seria uma doença. Parlamentares e membros de grupos sociais têm protestado contra a proposta.
O Conselho Federal de Psicologia se demonstrou contrário ao projeto de lei e criticou a tentativa de suspensão em nota oficial.
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“O Conselho Federal de Psicologia, na defesa das suas atribuições, demonstrará neste parecer como os argumentos oferecidos pelo deputado João Campos (PSDB/GO) não se sustentam. Demonstrará, também, que a escolha por argumentos jurídicos, pretensamente em defesa das prerrogativas do Legislativo, assinalam, tão-somente, o meio menos oneroso para evitar o debate de mérito sobre práticas obscuras e violadoras dos direitos humanos que a Resolução nº 001/99 do CFP, em muito boa hora, tratou de coibir”, diz o documento que apresenta uma série de outras argumentações.
Em defesa da norma existente atualmente, o pronunciamento do órgão diz ainda que “a norma orienta profissionais da área a não usar a mídia para reforçar preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los. A homossexualidade deixou de constar no rol de doenças mentais classificadas pela Organização Mundial da Saúde há mais de 20 anos, no entanto. Ainda há pessoas que insistem em tratá-la como patologia e propõem formas de cura”.

MÉXICO DÁ O MAL EXEMPLO

Católicos ameaçam atear fogo em evangélicos no México

PorGiana Guterres | Correspondente do The Christian Post

O prefeito e autoridades de uma cidade mexicana estão ameaçando os evangélicos locais de serem queimados ou jogados de um penhasco por não serem católicos. Há um conflito no país de católicos, com comportamentos radicais, contra a minoria evangélica.

A denúncia foi feita pelo pastor Leopoldo Alonso Silva, da Igreja Cristã Independente Getsêmani. Ele informou que ameaças são pelo fato de não negarem sua religião e rejeitarem o Catolicismo. O caso aconteceu no município de San Juan Ozolotepec, no estado de Oaxaca.
Durante uma entrevista por telefone, o pastor disse ao jornal mexicano La Reforma que a perseguição religiosa na comunidade indígena e as ameaças têm como líderes Pedro Cruz González e Salvador Rivera Cruz, prefeito municipal e secretário.
O pastor também relatou que por essa intolerância religiosa, as autoridades locais passaram a exigir o fechamento dos cultos e igrejas. Já o governo do estado, representado pela Secretaria Geral para Assuntos Religiosos, alega que os evangélicos devem pagar uma taxa de sete mil pesos - o equivalente a aproximados 1.162 reais - de multa para terem o direito de cultuar, finalizando assim a perseguição e os confrontos com as autoridades.
Há ainda restrições para o enterro de evangélicos. O município argumenta que “por acordo do conselho, você tem que negar enterro a qualquer pessoa que professa uma religião diferente do Catolicismo”. A Igreja Getsêmani tem uma criança que foi expulsa da escola após ser agredida por famílias católicas. Os programas sociais e direitos no município não são garantidos para aqueles que não professam a fé católica. Os trabalhadores também são impedidos de trabalhar nas suas terras.
“Tememos pelos irmãos, porque coisas desagradáveis aconteceram no passado e agora eles querem nos queimar. Mesmo com as autoridades do México afirmando que ‘não há intolerância religiosa’”, disse o pastor Leopoldo.
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Os confrontos no México são notícias frequentes nos meios de comunicação cristãos. No ano passado, um casal de missionários que serviam no país há 28 anos, foi assassinado por traficantes de drogas. Em 2011, setenta evangélicos foram expulsos de suas terras e católicos tradicionais mexicanos ameaçaram crucificá-los.

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