This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

DIRCEU CONDENADO

Supremo condena José Dirceu e Genoino por corrupção ativa

Placar está 6 X 2 contra ex-ministro da Casa Civil. Corte já condena Delúbio Soares

Publicado:
Atualizado:

Em São Paulo, ex-ministro José Dirceu chega para votar
Foto: Agência O Globo / Michel Filho
Em São Paulo, ex-ministro José Dirceu chega para votarAgência O Globo / Michel Filho
RIO - O ministro Marco Aurélio proferiu, nesta terça-feira, o voto que faltava para a condenação do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu por corrupção ativa. No 33º dia de julgamento do mensalão, a partir da sua decisão, foi formada a maioria de 6 a 2 pela condenação - ainda faltam votar os ministros Celso de Mello e o presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto. Na mesma sessão, também foram condenados o ex-presidente do PT, José Genoino (placar, por enquanto, de 7 a 1), e o ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares ( placar de 8 a 0), pelo mesmo crime.
Só absolveram Dirceu, até aqui, José Antonio Dias Toffoli e o revisor, Ricardo Lewandowski. Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Toffoli acompanharam Joaquim Barbosa na condenação de Genoino, Delúbio, Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e Simone Vasconcelos. Rogério Tolentino foi absolvidos por Toffoli, assim como havia feito apenas o revisor. Anderson Adauto foi absolvido por todos. Geiza Dias foi condenada por Marco Aurélio, mas absolvida pelos que já votaram até aqui (VEJA COMO FOI O 33º DIA DE JULGAMENTO DO MENSALÃO).
Marco Aurélio começou a votar argumentando que não é concebível a tese de que Delúbio Soares fosse o grande artífice do esquema do mensalão. O ministro deixou claro que o Dirceu era responsável pelas alianças no Congresso, e que tinha participação efetiva na organização criminosa.
— Tivesse Delúbio Soares a desenvoltura intelectual e material a ele atribuída, não seria somente tesoureiro do partido. Quem sabe teria chegado a um cargo muito maior. Apontar Delúbio como bode expiatório como se tivesse autonomia suficiente para levantar R$ 60 milhões - já não sei mais a quantia e distribuir esses milhões - ele próprio definindo os destinatários, sem conhecimento da cúpula do PT? A conclusão subestima a inteligência mediana.
Marco Aurélio continuou:
— As reuniões eram todas capitaneadas por José Dirceu, que homologava os acordos daquele partido, acordos que vimos e já estamos aqui com a culpa formada da corrupção ativa, acordos que extravasaram e muito os acordos políticos, já que não se pode imaginar partidos altruístas que se socorram com cifras elevadas.
O ministro também considerou relevante os encontros de José Dirceu que constam dos autos do processo.
— O ministro José Dirceu e Sílvio Pereira eram sabedores desses empréstimos e garantiram o pagamento (às empresas de Marcos Valério e depois repassados segundo o critério do PT). Para a obtenção dos mesmos com Banco Rural, a reunião ocorreu num hotel em BH, num jantar, e com o BMG ocorreu em Brasília.
Marco Aurélio também citou as vantagens recebidas pela ex-mulher de José Dirceu.
— Indagado sobre o empréstimo, a ex-esposa de Valério confirmou que houve o empréstimo e que houve a oferta de um emprego. (...) Sílvio Pereira foi mobilizado para ajudar num problema pessoal de José Dirceu com sua ex-esposa, que queria trocar de apartamento. Este advogado (Rogério Tolentino) resolvia todos os problemas do grupo. Tolentino comprou o apartamento da senhora Ângela e que pagou à vista.
Gilmar Mendes: provas abundantes
Gilmar Mendes, antes de Marco Aurélio, começou seu voto relembrando a constatação da Corte sobre a existência da compra de apoio político no Congresso. Depois, começou a tratar das provas.
— Entre os poucos consensos nos autos destaco que a efetiva aproximação do PT ao PP, ao PMDB, ao PL e ao PTB a fim de formar a base de sustentação do governo. O conteúdo desta acusação é sobre o compartilhamento de despesas de campanha, já rechaçadas pela Corte. Em verdade, há consenso na existência de acordo político e no repasse de recursos financeiros. Surge para o debate a questão da prova.
Segundo ele, as provas dos autos são abundantes e, na sua análise, os tipos de provas não podem ser hierarquizados:
— A despeito das questões teóricas, é preciso destacar que foram produzidos vários autos e o processo é abundante de provas e é a qualidade da prova que interessa ao processo (...) O valor do testemunho não pode ser hierarquizado segundo o grau da autoridade. O valor do testemunho eve ser auferido segundo sua ingerência interna e externa. Deve-se observar certa persistência. A mentira traz notáveis diferenças em seus depoimentos. Importante ainda observar o valor da pergunta e sua resposta e outro aspecto relevante é o interesse pessoal do depoente.
Diferentemente do ministro José Antonio Dias Toffoli, o primeiro a falar nesta terça-feira, Mendes considerou válido o depoimento de Roberto Jefferson, mesmo ele sendo inimigo de Dirceu
— As afirmações de Jefferson foram sempre reveladores e trouxeram á tona esse escândalo para o país.
O ministro disse ainda que a argumentação de que Delúbio teria agido sozinho é “menosprezar a inteligência alheia”.
— É possível que Dirceu e Genoíno não participavam dos repasses, o que era administrado por Delúbio e Valério? Me parece menosprezar a inteligência alheia o fato de que eles participaram da elaboração das articulações. Não se imputa ao acusado fatos ordinários, os fatos fazem parte de projetos de partido e governo. Não são um mero deslize do tesoureiro. Tenho dificuldade de acreditar na participação solo de Delúbio.
Cármen Lúcia: ‘O ilícito não é normal’
Em seu voto, Cármen Lúcia fez uma defesa do Estado democrático de Direito, e considerou grave o tom das defesas dos réus no plenário do Supremo:
— O ilícito não é normal. Acho estranho e grave que uma pessoa diga 'houve caixa dois'. Ora, caixa dois é crime, é uma agressão à sociedade brasileira.
Cármen Lúcia admitiu que não há nenhum documento assinado por José Dirceu que leve à comprovação das acusações que lhe são atribuídas. Entretanto, a partir de outros fatos, como o depoimento de Delúbio Soares, a ministra formou o convencimento de que o réu praticou o crime de corrupção ativa.
— A ligação de Marcos Valério com Dirceu fica comprovada, e as ligações de Valério com os demais faz com que eu considere que houve oferta de vantagem, porque um publicitário mineiro desconhecido... Não era razoável que ele contasse apenas com a palavra de um secretário, razão pela qual eu não tenho como descaracterizar tudo que houve, como, sim, a vantagem obtida pelo réu José Dirceu. Voto pela procedência da ação e condeno o réu.
Toffoli absolve Dirceu
O ministro Dias Toffoli, primeiro a se pronunciar no regime de votação, votou pela absolvição do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu no crime de corrupção ativa. Segundo o ministro, a acusação do Ministério Público poderia ter indicado outros crimes — como tráfico de influência — e, por entender que não há provas suficientes para condenação, livrou o réu:
— O único que fez referência a Dirceu foi Jefferson. Todos falaram e falaram muito. Hoje mesmo quando analisei os depoimentos de vários corréus, esses que falaram tanto em CPI quanto em Polícia Federal. O que dizem de Dirceu? Nada que o incrimine. Em relação ao delito corrupção ativa, julgo improcedente a ação. — disse Dias Toffoli, que também absolveu Rogério Tolentino, Anderson Adauto e Geiza Dias da mesma acusação.
Toffoli condenou Delúbio, Genoino, Marcos Valério, Cristiano Paz, Ramon Hollerbach e Simone Vasconcelos pelo crime de corrupção ativa. Segundo o ministro, Delúbio era o elo de ligação entre os núcleos político e operacional, e tinha papel importante no esquema de compra de votos no Congresso:
— As provas não apresentam dúvida na prática em relação aos delitos em questão, corrupção ativa. Está claro o elo de ligação entre o núcleo político e o núcleo financeiro — afirmou Toffoli, que também argumentou que Marcos Valério comprovou em depoimento o repasse de dinheiro a pedido dos dirigentes do Partido dos Trabalhadores.
— Temos a declaração do próprio acusado que admitiu os repasses por ordem do PT, a de Simone Vasconcelos, que admitiu ter feito as entregas, e de Pedro Henry e Pedro Corrêa, que admitiram os repasses.
Com relação a Genoino, após ler depoimentos de deputados e líderes da base aliada ao governo na época, Dias Toffoli foi enfático:
— Entendo que está desprovida de verossimilhança a tese da defesa que ele desconhecesse o fato. Senão, por que avalizaria os repasses? Se desconhecesse, como justificar as cobranças dos líderes dos partidos a ele? — questionou.
Antes do reinício da votação, o revisor Ricardo Lewandowski pediu a palavra para rebater argumentos citados por colegas para condenar o réu José Genoino. Segundo Lewandowski, não haveria nenhum documento conjunto de Marcos Valério e Genoino avalizando empréstimos bancários.
— Genoino está sendo denunciado pelo simples fato de ter sido presidente do PT na época.
O revisor foi apartado por Marco Aurélio Melo e pelo presidente Ayres Britto.
— O empréstimo era institucional, daí Genoíno assinar como representante do partido. Nas renovações dos empréstimos me parece que Genoíno ficou como avalista — retrucou Ayres Britto.
Após condenação, dosimetria
Com a condenação do chamado núcleo político do esquema — integrado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-presidente do partido José Genoino —, os ministros do Supremo vão precisar decidir como calcular a pena dos réus. A proposta do Ministério Público Federal é de que Dirceu e Delúbio sejam condenados pela prática de corrupção ativa por nove vezes em concurso material. De acordo com a regra, soma-se nove condenações — o que poderia levar os dois a pegar até 108 anos de prisão. A denúncia atribui a Genoino a prática do crime por oito vezes, o que poderia resultar em 96 anos de prisão.
No entanto, a legislação contém outras duas formas de calcular a pena: o concurso formal e o crime continuado. Nesses casos, os ministros atribuiriam a pena aos réus como se o crime tivesse sido praticado apenas uma vez. No concurso formal, essa pena poderia ser aumentada de um sexto até a metade, fazendo com que a pena pudesse chegar a 18 anos de prisão para Dirceu, Delúbio e Genoino. No crime continuado, a pena poderia ser aumentada de um sexto a dois terços, o que poderia resultar em 20 anos de prisão para cada um dos três réus.
Caberá aos ministros da Corte decidir como fazer a conta. A chamada dosimetria da pena ocorrerá após o julgamento de todos os réus. Os ministros que votaram até agora não se manifestaram sobre a forma de calcular a pena. A regra do concurso material considera que os crimes cometidos pelos réus são únicos e independentes. A regra do concurso formal aplica-se quando o réu comete dois crimes com uma só ação. De acordo com a norma do crime continuado, com mais de uma ação um réu pode praticar dois ou mais crimes da mesma espécie.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/supremo-condena-jose-dirceu-genoino-por-corrupcao-ativa-6348114#ixzz28qQzNijm
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

RECONSTRUÇÃO DE SEROPÉDICA


A REELEIÇÃO É DIFÍCIL

No estado do Rio, 40% dos prefeitos candidatos não se reelegeram

Cinco chefes do Executivo com registro indeferido ainda podem ter votos contabilizados

Publicado:
Atualizado:

Sérgio Sessim não conseguiu se eleger em Nilópolis
Foto: Ana Branco/Agência O Globo
Sérgio Sessim não conseguiu se eleger em NilópolisAna Branco/Agência O Globo
RIO - Diferente da capital, onde Eduardo Paes venceu com folga, em todo o estado, prefeitos tiveram dificuldade para se reeleger. Dos 54 prefeitos que se candidataram à reeleição, 22 não venceram em seus municípios. Por trás desses números estão alguns caciques políticos velhos conhecidos do eleitor fluminense, como José Camilo Zito (PP), que amargou o terceiro lugar em Duque de Caxias após quase uma década de hegemonia na Baixada Fluminense, onde era chamado de Rei da Baixada, e Sérgio Sessim (PP), candidato da família David em Nilópolis — que domina a política do município há mais de uma década. Sessim ficou em segundo lugar, atrás de Alessandro Calazans (PMN), eleito já no primeiro turno. Ao todo, 60 cidades do estado terão novos chefes do Executivo.

Não é só na Baixada Fluminense que políticos tradicionais perderam a hegemonia municipal. Em Santo Antônio de Pádua, no noroeste fluminense, José Renato Padilha (PMDB) perdeu a disputa para Josias Quintal (PSB), interrompendo 28 anos de governo da família Padilha na cidade. Dois prefeitos ainda terão a chance de se reeleger no segundo turno: Sheila Gama (PDT), em Nova Iguaçu, e Paulo Mustrangi (PT), em Petrópolis. Ambos ficaram em segundo lugar.
Alguns prefeitos não venceram o pleito ontem, mas ainda têm chance de comemorar. Rafael Miranda (PP), de Cachoeiras de Macacu, Sérgio Soares (PP), de Itaboraí, Rachid Elmor (PDT), de Paty do Alferes, José Laerte (PMDB), de Quatis, e Frederico Barbosa Lemos (PR), de São Francisco do Itabapoana tiveram candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, portanto, os votos que receberam foram contabilizados como nulos. Segundo o TSE, todos eles entraram com recurso da decisão. Depois que os recursos forem julgados, os votos podem ser contabilizados. Rosinha Garotinho (PR) vive situação contrária: pelo resultado de ontem ela está reeleita, mas sua posse depende de decisão colegiada do TSE, por conta de um recurso da coligação Juntos por Campos contra a decisão do ministro Marco Aurélio Mello pelo deferimento da candidatura de Rosinha.
Evandro Capixaba, prefeito reeleito de Mangaratiba, teve o maior percentual de votos do estado: 94%. Já o prefeito com menor votação em todo o estado foi Oswaldo Botelho, o Vavado, em Cambuci. Mesmo tendo administrado a cidade por quatro anos, ele só teve 25 votos, ou 0,26% do eleitorado. Em janeiro, Vavado ficou 20 dias afastado do cargo por decisão do Tribunal de Justiça após denúncia do Ministério Público Estadual de improbidade administrativa.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/no-estado-do-rio-40-dos-prefeitos-candidatos-nao-se-reelegeram-6332932#ixzz28kfUUpVb
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

ELEITOS EM SEROPÉDICA








MARTINAZZO REELEITO EM SEROPÉDICA

















domingo, 7 de outubro de 2012

HERÓI BRASILEIRO

Joaquim Barbosa é recebido como celebridade em zona eleitoral no Rio

Sob aplausos, ministro do STF votou na Zona Sul e distribuiu autógrafos a admiradores

 

Ministro Joaquim Barbosa distribui autógrafos em zona eleitoral no Rio
Foto: Mônica Imbuzeiro / O Globo
Ministro Joaquim Barbosa distribui autógrafos em zona eleitoral no RioMônica Imbuzeiro / O Globo
RIO — O ministro relator do mensalão, Joaquim Barbosa, foi recebido como celebridade na 17ª Zona Eleitoral, na Zona Sul do Rio. Acompanhado de um motorista e um segurança, ele votou por volta de 11h15m no Clube Monte Líbano, na Lagoa. O magistrado do STF foi recebido com aplausos e gritos por cerca de dez eleitores que estavam no local. Eles gritavam "parabéns" e frases como "você me dá orgulho de ser brasileiro". Joaquim Barbosa aguardou na fila por cerca de um minuto e, ao final, tirou fotos e deu autógrafos.
— Não me sinto uma estrela, isso é só o carinho das pessoas — comentou o ministro, comemorando o fato de não estar sentindo dor na coluna.
A professora aposentada Leonor Carvalho, de 63 anos, foi uma das eleitoras que assediaram o ministro e conseguiram um autógrafo dele. Mãe de dois advogados, que atuam em Goiânia, Leonor espera que os filhos se espelhem na postura de Joaquim Barbosa.
— Quero que meus filhos sejam como ele: dureza! — brincou Leonor.
A advogada aposentada Cláudia Beauclair se disse surpresa com a presença do ministro na mesma zona eleitoral em que vota.
— Não sabia que ele votava aqui, foi uma surpresa. Tenho admiração pela trajetória de vida e pelo posicionamento. Ele dá voz para a maioria silenciosa dos brasileiros — afirmou Cláudia.
Apesar de não ter falado sobre o voto, Barbosa disse que, na eleição municipal passada, não votou em Fernando Gabeira por não ter gostado da aliança que o ex-deputado federal fez na ocasião, mas admitiu já ter votado em Gabeira para a Câmara. Gabeira havia se candidato a prefeito do Rio pelo PV, mas acabou perdendo a eleição para Eduardo Paes, atual candidato à reeleição pelo PMDB.
Joaquim Barbosa é relator do processo do mensalão e será o próximo presidente da Corte. O ministro sofre constantemente com dores na coluna, problema que causa o seu afastamento em algumas sessões. Seu relatório é considerado rígido ao levar em conta as provas de acusação contra os réus do processo. Nas redes sociais, Barbosa é colocado como herói, justiceiro e exemplo para o país. São exaltadas a raça do ministro e a trajetória que ele percorreu até chegar ao cargo, tendo ingressado no curso de direito sem depender de cotas.
Acompanhe a cobertura completa das Eleições no seu celular e tablet. Acesse app.oglobo.com.br/eleicoes.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/joaquim-barbosa-recebido-como-celebridade-em-zona-eleitoral-no-rio-6315017#ixzz28dQ9Dkvy
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

VOTE CONSCIENTE SEROPÉDICA


Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More