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sábado, 28 de maio de 2011

Waguinho e o Dia das Mães.

Waguinho, e Amigos de Seropédica, realizaram uma bonita festa em homenagem ao Dia das Mães. Veja:

‘Jornalista não é inimigo’, defende presidente do STF




O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, abriu ontem o Fórum Internacional Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário defendendo a mídia como um dos alicerces da democracia. “Jornalista não é inimigo”, afirmou. “Ao lado de outros institutos, como eleições livres, a independência do Judiciário, o império da lei e a separação dos Poderes, a imprensa é um dos pilares do Estado Democrático de Direito.”
Reunidos durante toda a sexta-feira na sede do STF, em Brasília, ministros, juristas e jornalistas debateram assuntos de interesse da liberdade de expressão, como a necessidade ou não de uma nova Lei de Imprensa, e decisões judiciais que ainda hoje impõem restrições à comunicação.
A censura ao Estado foi citada por palestrantes brasileiros e estrangeiros que participaram do evento. Em julho de 2009, o jornal foi proibido por um desembargador do Distrito Federal de divulgar informações sobre investigação envolvendo o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). “A censura judicial que (o jornal) sofre há quase dois anos representa, sem dúvida, uma mancha negra da imprensa na história do Brasil”, disse o diretor executivo da Sociedade Interamericana de Imprensa, Julio Muñoz.
Peluso não quis falar especificamente sobre o caso do Estado, alegando que pode ter de julgá-lo no STF, mas reconheceu a existência de problemas que, em sua opinião, são marginais. “A liberdade de imprensa jamais contou com tantas garantias legais e constitucionais. Problemas pontuais, por mais graves que sejam sob certo aspecto, não devem obscurecer esse fato inquestionável.”
O vice-presidente do STF, Carlos Ayres Britto, disse que há decisões judiciais contrárias ao exercício livre da atividade do jornalista. “Hoje, o inimigo da liberdade de imprensa é um pequeno setor do Poder Judiciário.” “A liberdade de imprensa não é dos jornais nem dos jornalistas. É de todos os cidadãos”, defendeu a presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito.
O advogado do Grupo Estado Manuel Alceu Affonso Ferreira lembrou que o jornal está sob censura há quase dois anos e que tentou derrubá-la sem sucesso várias vezes, inclusive no plenário do Supremo, baseando-se justamente na decisão do tribunal que derrubou a Lei de Imprensa. No entanto, a reclamação do Estado foi rejeitada pela maioria dos ministros do STF. Para o advogado, uma lei democrática deveria ser editada para regulamentar alguns pontos, como direito de resposta e de acesso a informações. “Quero uma lei que garanta aos jornais a origem da súbita evolução patrimonial de ministros de Estado”, acrescentou.
Autor da ação que resultou na derrubada da Lei de Imprensa, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) defendeu a edição de uma súmula, pelo STF, para descriminalizar a atividade do jornalista que noticia fatos relacionados à atuação de autoridades. Muitas vezes esses jornalistas são processados por autoridades que alegam ter sido difamadas e injuriadas. “Eu quero lhes dizer que tem de haver uma luta internacional pelo fim da criminalização da injúria. Não pode ser conduta punível, quando praticada por jornalista”, afirmou. As informações são do Jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O domínio das massas



Não podemos concordar com a manutenção do escravismo social das massas em nossos dias. Com a queda do feudalismo que proporcionou a ascensão da burguesia e, consequentemente, o capitalismo com seu poder industrial, instalou-se no mundo a forma neocolonialista de domínio do idealismo e da forma positivista que envolve a filosofia clássica.

O Brasil é terceiromundista na interpretação positivista de domínio da massa, porém, enquadra-se, perfeitamente, no pódium superdesenvolvido quanto ao domínio idealista das massas.

O próprio presidente Barack Obama, em recente visita ao país enfatizou positivamente: “O Brasil não é o país do futuro, é o próprio futuro”.

Em outras palavras ele quis dizer: “Em uma leitura sociológica à moda Darvinista, o Brasil está evoluindo; está deixando de ser ‘fósseis vivos’, tomando forma de sociedade industrial.

Barack Obama cumpriu a sua missão.

O presidente norteamericano empolgou e até levou às lágrimas a massa. O palco de seu discurso foi o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em plena ágora brasileira, a Cinelândia.

Entretanto, o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, do Governo Lula, em plena campanha política para presidente, da candidata Dilma, na Bahia, deixou escarpar em sua transpiração filosófica a forma neocolonialista de domínio idealista da massa. Disse o ex-ministro em discurso de improviso aos petistas: “O presidente Lula é maior do que o PT, somente no governo Dilma poderemos implantar o programa do PT no país”.

E a imprensa pergunta até hoje: “Que programa é esse Dirceu?”

Dirceu se mantém calado mas o governo Dilma, aparentemente embrionário já realiza – digamos assim – um parto antecipado do dito cujo programa do PT.

Incubado nas fábricas e nos sindicatos durante mais de 20 anos, este ser híbrido tomou conta das ruas e fez de Brasília a maternidade – o seu tubo de ensaio positivista da alienação da massa brasileira cuja permanência deve ser estender por mais 20 anos, ou mais.

É o domínio dos ideais da massa brasileira tão bem elaborado que não tem escândalo que o derrube ou faça cair qualquer fruto maduro desta árvore frondosa.

Max Weber, o pai da sociologia alemã já previra esta realidade brasileira e o sentido desta ação social em pleno Século XXI.

Segundo Weber, que nasceu em 1864 e faleceu em 1920, o torneiro mecânico Luiz Inácio Lula da Silva, seria presidente da república em um país da América do Sul porque “a pesquisa histórica é essencial para a compreensão das sociedades, e essa pesquisa baseada na coleta de documentos e no esforço interpretativo das fontes, permite o entendimento das diferenças sociais, que seriam de gênese e formação”.

Queremos dizer que o metalúrgico Lula é o sentido, a expressão da motivação individual dessa ação social que o conduziu à presidência; o fez eleger a sucessora e, agora inicia a implantação de um programa neocolonialista de domínio do idealismo das massas brasileiras.

Haja vista o livro “Por uma vida melhor”, da professora Heloísa Ramos; o cadastro de bons pagadores e demais outros cadastros ciberneticamente interligados que incluem o bolsa família e demais outras bolsas e centenas de milhares de fichas cadastrais com exigência de CPF, Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, etc.



“A burguesia, ao tomar o poder em 1789, investiu decididamente contra os fundamentos da sociedade feudal, procurando construir um Estado que assegurasse sua autonomia em face da igreja e que protegesse e incentivasse a empresa capitalista. Para a destruição do “ancien régime”, foram mobilizadas as massas, especialmente os trabalhadores pobres das cidades. Alguns meses mais tarde, elas foram “presenteadas”, pela nova classe dominante, com a interdição dos seus sindicatos.*1

“À investida da burguesia rumo ao poder, sucedeu-se uma liquidação sistemática do velho regime. A revolução ainda não completara um ano de existência, mas foram suficientemente intempestiva para liquidar a velha estrutura feudal e o Estado monárquico.

“O objetivo da revolução de 1789 não era apenas mudar a estrutura do Estado, mas abolir radicalmente a antiga forma de sociedade, com suas instituições tradicionais, seus costumes e hábitos arraigados, e ao mesmo tempo promover profundas inovações na economia, na política, na vida cultural, etc. É dentro desse contexto que se situam a abolição dos grêmios e das corporações e a promulgação de uma legislação que limitava os poderes patriarcais na família, coibindo os abusos da autoridade do pai, forçando-o a uma divisão igualitária da propriedade. A revolução desferiu também seus golpes contra a igreja, confiscando suas propriedades, suprimindo os votos monásticos e transferindo para o Estado as funções da educação, tradicionalmente controladas pela igreja. Investiu contra e destruiu os antigos privilégios de classe, amparou e incentivou o empresário”.*2

Qualquer semelhança com os dias atuais terá sido mera constatação histórica weberiana.

*1 Do livro “O que é Sociologia”, Carlos Benedito Martins, Editora Brasiliense, Coleção Primeiros Passos, 57.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Centro Cultural de valor em Seropédica


OSAMA BIN LADEN UM SANTO

Osama Bin Laden, um santo




O terrorista Osama Bin Laden, assassinado, em Abbottabad, no Paquistão, a mando do presidente americano Barack Obama, pode ser considerado um santo se comparado a certos políticos brasileiros soltos na federação brasileira com sede em Brasília.

O terrorista islâmico liderava ação terrorista contra o colonialismo americano e as “forças do mal” do Ocidente. Pessoas inocentes perderam a vida em diversas localidades do mundo devido as ações dos homens-bomba e demais outras formas de terror idealizadas e executada pela genialidade e domínio de Bin Laden.

A diferença das ações terroristas do líder da Al-Qaeda das ações de “terroristas” brasileiros, é que o resultado do trabalho de Bin Laden era imediato com mortes e derramamento de sangue e desespero.

Já os nossos “terroristas” apesar de se esconderem em fortalezas, mansões e fazendas – muitos acompanhados de homens fortemente armados -, são recebidos por governantes, empresários industriais sob o olhar de todos com direito a reportagens e até elogios.

A final de contas o que os nossos terroristas fazem de tão mal à nossa sociedade ao ponto de compararmos Bin Laden a um santo?

Vamos ao fato. Ao analisarmos os últimos 16 anos de governo no Brasil e juntarmos os fatos em papel impressos chegaríamos a ter toneladas de maços de papel nos informando dos bilhões de reais roubados dos cofres públicos através e por intermédio de ações terroristas como: corrupção ativa, peculato, formação de quadrilha, estelionato, uso de documentos falsos e congêneres.

O resultado deste trabalho terrorista de saques dos cofres públicos é o seguinte: famílias carentes passando fome por causa da falta de empregos, crianças sem merenda escolar, professores mal pagos, crianças rebeldes nas salas de aulas por causa da falta de estrutura familiar, hospitais transformados em açougues, trânsito criminoso com ruas e estradas pessimamente sinalizadas, municípios com valas negras a céu aberto, tráfico de drogas, proliferação do crime organizado, milícias e relaxamento do estado no tratamento de presos de alta periculosidade nos cárceres, prostituição infantil, genocídio, infanticídio e por aí vai.

Toda essa desgraça brasileira é oriunda da péssima gerência do dinheiro público que, conscientemente, é jogado no ralo da corrupção, um verdadeiro terrorismo à moda brasileira.

Agora perguntamos. Qual é a diferença do terrorista assassinado Bin Laden destes brasileiros que estão caminhando pelos nossos municípios, estados, territórios e grandes cidades?

Muitos destes têm apoio de parte do judiciário. Muitas das vezes o Ministério Público denuncia os terroristas e suas formas de ataques aos cofres públicos mas eles escapolem das garras da justiça. Por que isto acontece? Que conivência é esta?

Enquanto a humanidade caminha de olhos vendados os partidos políticos se entrelaçam entre si, formam bases de sustentação para seus planos de governos, planos de educação, planos de segurança, planos de saúde, planos..., planos...., planos..... E a população continua morrendo nos hospitais, as crianças sendo estupradas nas ruas e sem alimentação nas escolas, os bêbados matando nas estradas e os corruptos no salão nobre do Congresso Nacional.

O mundo é dos terroristas.

Gilberto Pessoa.

sexta-feira, 14 de maio de 2010


Empresas canadenses em missão na Firjan buscam parceiros no Rio




Delegação é integrada por 13 empresas, a maioria fornecedora de bens e serviços de petróleo e gás

Duque de Caxias, 14 de maio de 2010

O Rio de Janeiro recebe na próxima quarta-feira, dia 19 de maio, uma delegação de 13 empresas canadenses para um encontro com importantes representantes da indústria de petróleo e gás no Brasil. Estarão presentes nesse encontro entidades como a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Agência Nacional de Petróleo (ANP), Organização Nacional da Indústria e Petróleo (ONIP), Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e BNDES, entre outros.



O objetivo do encontro é apresentar as instituições brasileiras à delegação canadense da cidade de Calgary, abordando seu papel no âmbito da indústria local, suas linhas de atuação, as atividades realizadas, perspectivas para o futuro e de que maneira interagem com empresas, instituições internacionais e representações diplomáticas. A cidade de Calgary é a capital da indústria petrolífera da província de Alberta, responsável por mais de 70% da produção nacional de petróleo e gás, o centro financeiro e comercial da indústria canadense de petróleo.



As empresas que integram a delegação atuam no fornecimento de bens e serviços para a indústria de petróleo e gás. A iniciativa do encontro é do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Firjan/Sebrae e do Consulado Geral do Canadá, no Rio de Janeiro.

Esta missão comercial está sendo organizada como um desdobramento da visita de uma delegação de executivos da Petrobras e de empresas brasileiras ao Canadá em outubro do ano passado cujo objetivo foi identificar fornecedores canadenses interessados em se estabelecer no Brasil, formar parcerias com empresas locais, ou, ainda, fazer investimentos diretos no país, de forma a atender demandas da Petrobras nos diversos segmentos de petróleo e gás.

A seguir, a lista das empresas da missão canadense:

Black Watch Energy, Brimrock Group, Brahma Compression Ltda, Brimnes Energy Inc, Canalta Controls, Ceda Group, DryVac Services Canadá, Entech Energy Group International, Hatch, Hd Energy, Newsco, Oilflow Solutions e Worley Parsons.

EVENTO: MISSÃO CANADENSE

DATA: QUARTA-FEIRA, 19 DE MAIO DE 2010

HORÁRIO: 9h

LOCAL: FIRJAN – AV. GRAÇA ARANHA/13º ANDAR, CENTRO

Constatação social


Entendemos que a sociedade é um ser vivente em plena metamorfose. Vejamos alguns fatos divulgados recentemente pela mídia: Arcebispo afirma: A sociedade atual é pedófila. “O projeto Ficha Limpa (que não é do governo, é da sociedade, portanto, não é prioridade para votação no Senado” – disse o líder do governo, Romero Jucá.

Nos dois casos há semelhanças preocupantes de ambas as partes somente com o futuro das instituições a quem representam. Justamente por isso, diante da responsabilidade do cargo e no desejo de livrar-se dos erros fizeram as declarações.

O arcebispo dom Dadeus Grings, no primeiro dia da 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi autor da declaração que causou polêmica. Para ele, o abuso sexual de crianças e adolescentes é mais freqüente entre médicos, professores e empresários do que entre sacerdotes. Sobre a liberação sexual foi taxativo: - Quando a sexualidade é banalizada, é claro que isso vai atingir todos os casos. O homossexualismo é um caso. Antigamente não se falava em homossexual. E era discriminado. Quando começa a (dizer) que eles têm direitos, direitos de se manifestar publicamente, daqui a pouco vão achar os direitos dos pedófilos. Na nossa opinião, dom Dadeus descobriu mais um Morro do Bumba. Sugerimos a leitura dos artigos: A bomba relógio chamada ECA e Morro do Bumba, apenas ponta do iceberg. www.gostodeler.com.br.

O senador Romero Jucá precisa explicar mais detalhadamente sobre o significado de sua frase “Ficha Limpa não é do governo, é da sociedade”. Tudo indica – segundo a frase do senador – que os projetos de origem popular com quase 10 milhões de assinaturas não valem nada.

No mesmo dia em emissora de TV o presidente Lula confirmou as palavras do senador. Isto apenas confirma que o Lula não é mais do PT e o PT sem as decisões do Lula é um traste.

O PT anda a reboque das decisões presidenciais e a candidata Dilma é o maior exemplo disso.

Apesar de tudo constatamos através da mídia o seguinte: Gay denuncia médicos; preso ao engravidar irmã de 11 anos; Roriz é condenado por improbidade; Presidente da Câmara de São Paulo tem mandato cassado.

A metamorfose social nos leva ao caminho da tolerância e da compreensão jamais ao da inércia.

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