This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

sábado, 13 de outubro de 2012

A MÁFIA DE SEROPÉDICA NÃO MAIS INFLUENCIA

QUERIDOS AMIGOS LEITORES E SIMPATIZANTES DO JORNAL FOCO POPULAR, ÓRGÃO LEGALMENTE CONSTITUÍDO NESTA CIDADE DE SEROPÉDICA SOB A RESPONSABILIDADE DO JORNALISTA DIPLOMADO GILBERTO PESSOA. DESDE O ANO DE 2004 O GANGSTER ANABAL BARBOSA DE SOUZA, POLÍTICO FICHA SUJA DESDE OS IDOS DE 1996, REALIZA ATOS MAFIOSOS NA REGIÃO AO PONTO DE CHEGAR DOMINAR ÓRGÃOS PÚBLICOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS EM SEROPÉDICA.
 
COM O FIM DAS ELEIÇÕES DE SETE DE OUTUBRO MAIS UM CASTELO DE AREIA CAIU DO GANGSTER. VEJA COMO:
 
O PROCESSO QUE ANABAL ENTROU CONTRA MARTINAZZO E GILBERTO PESSOA, JÁ FOI INDEFERIDO O PEDIDO DE LIMINAR, CHORA RAPAZIADA DO 31 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
PROCESSO:
Nº 31141 - REPRESENTAÇÃO UF: RJ
225ª ZONA ELEITORAL
Nº ÚNICO: 31141.2012.619.0225
MUNICÍPIO: SEROPÉDICA - RJ
N.° Origem:
PROTOCOLO: 2451552012 - 27/09/2012 16:45
REPRESENTANTE (S): ANABAL BARBOSA DE SOUZA
...
ADVOGADO: Ruy Alvares de Pinho
REPRESENTADO (A) (S): Coligação A MUDANÇA CONTINUA (PRB / PDT / PTB / PR / PPS / PRTB / PTC / PSB / PRP / PSDB / PC do B / PT do B)
REPRESENTADO (A) (S): ALCIR FERNANDO MARTINAZZO
REPRESENTADO (A) (S): Gilberto Pessoa, Presidente do Jornal Foco Popular
JUIZ(A): JULIANA ANDRADE BARICHELLO
ASSUNTO: REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - IMPRENSA ESCRITA - JORNAL / REVISTA / TABLÓIDE - INTERNET - PEDIDO DE CONCESSÃO DE LIMINAR - PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS
LOCALIZAÇÃO: ZE-225-225ª Zona Eleitoral
FASE ATUAL: 11/10/2012 13:03-Registrado Decisão interlocutória de 10/10/2012. Indeferido
 
 
GRAÇAS A DEUS O JUIZ RAFAEL FONSECA ESTÁ AFASTADO PELO STF.
 
 
 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Defender o diploma é lutar pela qualidade no jornalismo

Por Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky
publicado em 04/09/2012 na edição 710 do Observatório da Imprensa
A aprovação pelo Senado da PEC 33/09, que regulamenta a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão, foi uma grande vitória, não apenas para os profissionais formados, mas também para a sociedade. A aprovação mostrou ser possível avançar na defesa do diploma a partir da mobilização e da pressão junto aos parlamentares. A liderança da Fenaj tem sido fundamental nesse processo, mas também devemos destacar a participação da sociedade, que tem manifestado seu apoio à proposta de forma intensa e determinada.
É claro que tal decisão (no Senado) não é definitiva, mas trata-se de um passo importante para a efetiva aprovação da PEC, agora pelos deputados. Torna-se fundamental que a sociedade (professores, jornalistas, estudantes, entidades afins) permaneça atenta e mobilizada, pressionando os parlamentares de suas regiões para a importância do diploma para o exercício da profissão. Cabe destacar alguns aspectos importantes a respeito deste debate a fim de relembrar o porquê desta luta.
Alguns argumentos apontam que tal exigência (do diploma) fere a liberdade de expressão. Este tem sido, aliás, um dos principais argumentos que objetam a PEC. Cabe lembrar que tal argumento foi amplamente utilizado na sustentação do voto do ministro Gilmar Mendes quando o STF aprovou a não necessidade do diploma para o exercício da profissão. Sobre isto, devemos destacar que: 1) exigir certificação superior (diploma) para o exercício de uma atividade não fere nenhum pressuposto constitucional, nem a de jornalista. Basta lembrar que, quando o diploma de jornalismo ainda era obrigatório, qualquer pessoa poderia se manifestar livremente por qualquer meio de comunicação. Eram economistas falando/escrevendo sobre economia ou outros assuntos; eram médicos escrevendo/falando sobre saúde ou outros assuntos. E poderão continuar a fazê-lo. Além disso, historicamente, 2) os jornalistas e suas representações – Fenaj e Sindicatos dos Jornalistas – sempre estiveram à frente nas lutas pela ampliação democrática, pelo fim da censura. Ou seja, a exigência do diploma não fere a liberdade de expressão. Muito pelo contrário, oferece possibilidade de organização da atividade jornalística a partir do reconhecimento da formação superior.
Fator de qualificação
Já se viu/ouviu dizer, de indivíduos contrários à exigência, que o diploma não deve ser utilizado na definição daqueles que podem ou não exercer a profissão, isto porque – entre outras coisas – as escolas de jornalismo não formam adequadamente. Quanto a isto, devemos ponderar que, ao contrário do senso comum, há, sim, várias boas faculdades de Jornalismo no Brasil, reconhecidas não apenas pelo número de profissionais que se inserem no mercado de trabalho, mas também por investirem em pós-graduação, projetos de extensão, eventos científicos e por uma série de atividades que oferecem às comunidades. É claro que existem faculdades de Jornalismo que não estão interessadas na formação de qualidade. Contudo, tomá-las como regra seria no mínimo imprudência. Além disso, há esforços permanentes no sentido de aumentar as exigências do MEC, como as empreendidas pelo FNPJ (Fórum Nacional de Professores em Jornalismo), que batalha pela aprovação de novas diretrizes curriculares para os cursos de Jornalismo, atualmente em trâmite no CNE (Conselho Nacional de Educação).
Diante disto, defender a regulamentação da profissão a partir da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão é lutar pela qualificação da atividade profissional em jornalismo, pelo reconhecimento de um campo profissional e de conhecimento autônomo e específico. Os professores de Jornalismo do Brasil estão nesta luta!
Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky são, respectivamente, professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia e professor do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, presidente e vice-presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo
LEIA MAIS: 60 votos a 4! Senado vota pelo diploma

PELA DEFESA DO JORNALISMO

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Defender o diploma é lutar pela qualidade no jornalismo

Por Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky
publicado em 04/09/2012 na edição 710 do Observatório da Imprensa
A aprovação pelo Senado da PEC 33/09, que regulamenta a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão, foi uma grande vitória, não apenas para os profissionais formados, mas também para a sociedade. A aprovação mostrou ser possível avançar na defesa do diploma a partir da mobilização e da pressão junto aos parlamentares. A liderança da Fenaj tem sido fundamental nesse processo, mas também devemos destacar a participação da sociedade, que tem manifestado seu apoio à proposta de forma intensa e determinada.
É claro que tal decisão (no Senado) não é definitiva, mas trata-se de um passo importante para a efetiva aprovação da PEC, agora pelos deputados. Torna-se fundamental que a sociedade (professores, jornalistas, estudantes, entidades afins) permaneça atenta e mobilizada, pressionando os parlamentares de suas regiões para a importância do diploma para o exercício da profissão. Cabe destacar alguns aspectos importantes a respeito deste debate a fim de relembrar o porquê desta luta.
Alguns argumentos apontam que tal exigência (do diploma) fere a liberdade de expressão. Este tem sido, aliás, um dos principais argumentos que objetam a PEC. Cabe lembrar que tal argumento foi amplamente utilizado na sustentação do voto do ministro Gilmar Mendes quando o STF aprovou a não necessidade do diploma para o exercício da profissão. Sobre isto, devemos destacar que: 1) exigir certificação superior (diploma) para o exercício de uma atividade não fere nenhum pressuposto constitucional, nem a de jornalista. Basta lembrar que, quando o diploma de jornalismo ainda era obrigatório, qualquer pessoa poderia se manifestar livremente por qualquer meio de comunicação. Eram economistas falando/escrevendo sobre economia ou outros assuntos; eram médicos escrevendo/falando sobre saúde ou outros assuntos. E poderão continuar a fazê-lo. Além disso, historicamente, 2) os jornalistas e suas representações – Fenaj e Sindicatos dos Jornalistas – sempre estiveram à frente nas lutas pela ampliação democrática, pelo fim da censura. Ou seja, a exigência do diploma não fere a liberdade de expressão. Muito pelo contrário, oferece possibilidade de organização da atividade jornalística a partir do reconhecimento da formação superior.
Fator de qualificação
Já se viu/ouviu dizer, de indivíduos contrários à exigência, que o diploma não deve ser utilizado na definição daqueles que podem ou não exercer a profissão, isto porque – entre outras coisas – as escolas de jornalismo não formam adequadamente. Quanto a isto, devemos ponderar que, ao contrário do senso comum, há, sim, várias boas faculdades de Jornalismo no Brasil, reconhecidas não apenas pelo número de profissionais que se inserem no mercado de trabalho, mas também por investirem em pós-graduação, projetos de extensão, eventos científicos e por uma série de atividades que oferecem às comunidades. É claro que existem faculdades de Jornalismo que não estão interessadas na formação de qualidade. Contudo, tomá-las como regra seria no mínimo imprudência. Além disso, há esforços permanentes no sentido de aumentar as exigências do MEC, como as empreendidas pelo FNPJ (Fórum Nacional de Professores em Jornalismo), que batalha pela aprovação de novas diretrizes curriculares para os cursos de Jornalismo, atualmente em trâmite no CNE (Conselho Nacional de Educação).
Diante disto, defender a regulamentação da profissão a partir da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão é lutar pela qualificação da atividade profissional em jornalismo, pelo reconhecimento de um campo profissional e de conhecimento autônomo e específico. Os professores de Jornalismo do Brasil estão nesta luta!
Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky são, respectivamente, professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia e professor do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, presidente e vice-presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo
LEIA MAIS: 60 votos a 4! Senado vota pelo diploma

PELA DEFESA DO JORNALISMO

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Defender o diploma é lutar pela qualidade no jornalismo

Por Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky
publicado em 04/09/2012 na edição 710 do Observatório da Imprensa
A aprovação pelo Senado da PEC 33/09, que regulamenta a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão, foi uma grande vitória, não apenas para os profissionais formados, mas também para a sociedade. A aprovação mostrou ser possível avançar na defesa do diploma a partir da mobilização e da pressão junto aos parlamentares. A liderança da Fenaj tem sido fundamental nesse processo, mas também devemos destacar a participação da sociedade, que tem manifestado seu apoio à proposta de forma intensa e determinada.
É claro que tal decisão (no Senado) não é definitiva, mas trata-se de um passo importante para a efetiva aprovação da PEC, agora pelos deputados. Torna-se fundamental que a sociedade (professores, jornalistas, estudantes, entidades afins) permaneça atenta e mobilizada, pressionando os parlamentares de suas regiões para a importância do diploma para o exercício da profissão. Cabe destacar alguns aspectos importantes a respeito deste debate a fim de relembrar o porquê desta luta.
Alguns argumentos apontam que tal exigência (do diploma) fere a liberdade de expressão. Este tem sido, aliás, um dos principais argumentos que objetam a PEC. Cabe lembrar que tal argumento foi amplamente utilizado na sustentação do voto do ministro Gilmar Mendes quando o STF aprovou a não necessidade do diploma para o exercício da profissão. Sobre isto, devemos destacar que: 1) exigir certificação superior (diploma) para o exercício de uma atividade não fere nenhum pressuposto constitucional, nem a de jornalista. Basta lembrar que, quando o diploma de jornalismo ainda era obrigatório, qualquer pessoa poderia se manifestar livremente por qualquer meio de comunicação. Eram economistas falando/escrevendo sobre economia ou outros assuntos; eram médicos escrevendo/falando sobre saúde ou outros assuntos. E poderão continuar a fazê-lo. Além disso, historicamente, 2) os jornalistas e suas representações – Fenaj e Sindicatos dos Jornalistas – sempre estiveram à frente nas lutas pela ampliação democrática, pelo fim da censura. Ou seja, a exigência do diploma não fere a liberdade de expressão. Muito pelo contrário, oferece possibilidade de organização da atividade jornalística a partir do reconhecimento da formação superior.
Fator de qualificação
Já se viu/ouviu dizer, de indivíduos contrários à exigência, que o diploma não deve ser utilizado na definição daqueles que podem ou não exercer a profissão, isto porque – entre outras coisas – as escolas de jornalismo não formam adequadamente. Quanto a isto, devemos ponderar que, ao contrário do senso comum, há, sim, várias boas faculdades de Jornalismo no Brasil, reconhecidas não apenas pelo número de profissionais que se inserem no mercado de trabalho, mas também por investirem em pós-graduação, projetos de extensão, eventos científicos e por uma série de atividades que oferecem às comunidades. É claro que existem faculdades de Jornalismo que não estão interessadas na formação de qualidade. Contudo, tomá-las como regra seria no mínimo imprudência. Além disso, há esforços permanentes no sentido de aumentar as exigências do MEC, como as empreendidas pelo FNPJ (Fórum Nacional de Professores em Jornalismo), que batalha pela aprovação de novas diretrizes curriculares para os cursos de Jornalismo, atualmente em trâmite no CNE (Conselho Nacional de Educação).
Diante disto, defender a regulamentação da profissão a partir da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão é lutar pela qualificação da atividade profissional em jornalismo, pelo reconhecimento de um campo profissional e de conhecimento autônomo e específico. Os professores de Jornalismo do Brasil estão nesta luta!
Mirna Tonus e Marcelo Engel Bronosky são, respectivamente, professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia e professor do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, presidente e vice-presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo
LEIA MAIS: 60 votos a 4! Senado vota pelo diploma

FALSOS JORNALISTAS


EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO DE JORNALISMO

 

Existem em Seropédica, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, falsos jornalistas.

Os falsários nunca estudaram Comunicação e muito menos jornalismo. Eles usam crachás de imprensa e adesivam carros. Utilizam de máquinas fotográficas digitais e publicam órgão de comunicação apócrifo ou com CNPJ laranja.

Quem souber da presença desses falsários em Seropédica favor ligar para o DISQUE DENÚNCIA 2253-1177. Eles são estelionatários já que cobram pelos trabalhos realizados e enganam a população com falsas notícias.

EXPO SEROPÉDICA 2012







SÓ APARECEU GENTE IMPORTANTE. VEJA SÓ!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O SUCESSO DO NEGRO BRASILEIRO

Barbosa será primeiro negro a presidir Supremo

Ministro vai ser eleito hoje para comandar Corte; superação, desafetos e rigor no mensalão marcam sua trajetória

Publicado:
Atualizado:
BRASÍLIA — O ministro Joaquim Barbosa será formalmente eleito, nesta terça-feira, presidente do Supremo Tribunal Federal, tornando-se o primeiro negro a assumir o cargo. Na Corte desde 2003, hoje com 58 anos — completados no domingo —, o relator do processo do mensalão conquistou simpatia popular, mas angariou desafetos no STF, protagonizando, nos últimos anos, embates virulentos com colegas. Dos mais recentes confrontos com o revisor da ação penal que trata do mensalão, ministro Ricardo Lewandowski, a discussões com Marco Aurélio Mello e críticas ao ex-ministro Cezar Peluso.


Responsável pelos votos que estão condenando a maior parte dos réus por operar esquema de compra de votos no governo Lula — presidente que o indicou para a Corte —, Barbosa fez questão de ser duro para defender seus pontos de vista. Contrariado, não mede palavras para rebater as críticas. O tom que adotou com Lewandowski levou Marco Aurélio a manifestar preocupação com a maneira como Barbosa presidirá o STF. Foi o suficiente para Barbosa devolver as críticas em nota, lembrando o parentesco de Marco Aurélio com Collor e acusando o colega de ser a maior dor de cabeça para quem ocupa a presidência do Supremo.
Quando foi indicado por Lula, o mineiro de Paracatu contou que o estudo o ajudou a romper as barreiras impostas pela discriminação. Joaquim Benedito Barbosa Gomes é filho de pai pedreiro e mãe dona de casa.
— Era de uma família pobre, lutei e consegui, mas sei que outros, nas mesmas condições, com a mesma vontade, não conseguiram, pois o sistema educacional cria mecanismos poderosos de exclusão de negros.
Barbosa se mudou para Brasília jovem, morando de favor na casa de parentes. Foi faxineiro e trabalhou na gráfica de um jornal. Completou o ensino médio em escola pública. Estudou muito para entrar na Universidade de Brasília, onde formou-se em Direito. Na mesma turma, estava o futuro colega e muitas vezes desafeto no STF Gilmar Mendes. Os dois voltariam a se encontrar no Ministério Público Federal. Foi também procurador no Rio de Janeiro. Doutor em Direito Público pela Universidade de Paris-II, atuou como professor visitante da School of Law da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e professor de Direito Público da Uerj.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/barbosa-sera-primeiro-negro-presidir-supremo-6355530#ixzz28uGY0QyN
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More