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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Descoberta Arqueológica no Muro das Lamentações Pode Mudar História

Moedas antigas datadas do ano 15 foram descobertas no subsolo do muro das lamentações por arqueólogos questionando a construção da obra pelo rei Herodes, o que pode mudar a história escrita até hoje.
Até a presente data, historiadores afirmavam que Herodes teria supervisionado o conjunto da construção do Segundo Templo judeu de Jerusalém, antes de sua morte no ano 4 a.C. O local é considerado um dos locais mais sagrados para o judeus e para a humanidade.
Eli Shakoun, arqueólogo do Departamento israelense de Antiguidades conduziu as escavações juntamente com o professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa.
Segundo eles, “Com a descoberta dessas peças, cunhadas 20 anos após sua morte, compreendemos que ele [Herodes] não poderia ser o construtor", como relatou a AFP.
"A descoberta revela que a edificação teria durado, pelo menos, 40 anos, ou seja, bem mais do que pensávamos", afirmou Reich à imprensa.
Os arqueólogos afirmam que a construção da edificação foi iniciada no 18o. ano do reinado de Herodes, o que equivale ao ano 22 a.C. As moedas encontradas remontam ao ano 15 d.C., significando que foram cunhadas 40 anos mais tarde.
As peças foram encontradas há cerca de dois anos, mas anunciadas somente nesta quarta-feira (23).
O local da descoberta foi um esgoto de mais de 2 mil anos de antiguidade e 600 metros de extensão que fica sob a Cidade Velha e que se prolongava até o bairro árabe de Silwan.
Os trabalhos arqueológicos foram motivo de polêmica pois ficavam próximos à Esplanada das Mesquitas, considerado o terceiro lugar santo do Islã, também chamado Haram al-Sharif e Nobre Santuário pelos muçulmanos.
O Muro das Lamentações é o ultimo vestígio do Segundo Templo, destruído pelos romanos no ano 70 d.C.

1° Fórum da Aliança Evangélica: 'As Dificuldades São Oportunidades para a Aliança Servir a Igreja'

A Aliança Cristã Evangélica Brasileira promove a partir desta quinta-feira o 1° Fórum da Aliança Evangélica com o tema Unidade, Identidade e Missão
(Foto: www.aliancaevangelica.org.br)
A Aliança Cristã Evangélica Brasileira promove a partir desta quinta-feira o 1° Fórum da Aliança Evangélica com o tema Unidade, Identidade e Missão.
O evento será realizado em Brasília, DF, entre os dias 24 e 26 de Novembro de 2011 com a participação de líderes denominacionais, pastores, e outros interessados.
Segundo o site do 1° Fórum da Aliança Evangélica, o objetivo do evento é refletir sobre a identidade evangélica e cultivar os vínculos de amor e serviço entre os Cristãos de matriz evangélica.
Entre os preletores do Fórum estão, Ariovaldo Ramos, Ricardo Barbosa, Robinson Cavalcanti, Valdir Steurnagel, Rosale Velloso, Juarez Marcondes Filho, Nancy Dusilek, José Carlos da Silva, Carlinhos Veiga, entre outros.
Através do evento, os líderes pretendem também definir e consolidar os elementos jurídicos, legais e estatuários da Aliança Evangélica, trabalhando principalmente na Identidade da Unidade e da Missão da Igreja para o Brasil.
Wilson Costa, o coordenador executivo da Aliança, afirmou ao The Christian Post que as dificuldades que há com relação a um meio evangélico tão fragmentado, são oportunidades para que a Aliança sirva à Igreja.
“Nossas dificuldades em relação à unidade da Igreja no Brasil são oportunidades para que a Aliança sirva à Igreja. Neste universo evangélico tão fragmentado, é óbvio que a Aliança não tem a pretensão de obter a adesão de todos os segmentos evangélicos”, disse Costa ao CP.
Para superar as dificuldades, entretanto, ele disse que a Aliança quer servir, oferecendo um espaço de comunhão e conhecimento mútuo.
“Quando nós percebemos como irmãos e descobrimos o que Deus está fazendo no meio do seu povo e através do seu povo, passamos a nos valorizar mais. Surge respeito e apreciação. Surge a percepção de que a multiforme graça de Deus se manifesta de maneira diversa e Deus usa pessoas diferentes, com dons diferentes, em lugares diferentes, de jeitos diferentes, para atender necessidades diferentes e alcançar pessoas diferentes”, disse o coordenador executivo da Aliança.
Para que a unidade seja concreta, Costa apontou para as expectativas de oportunidades de parcerias a partir da Aliança para o cumprimento da missão de Deus, internacionalmente e particularmente no Brasil.
A Aliança Cristã Evangélica Brasileira é um movimento que se iniciou a partir de diversas reuniões de líderes evangélicos desde 2009, após outras experiências de união evangélica como a Confederação Evangélica do Brasil e a AEVB.
A nova aproximação propôs a Carta de Princípios e Diretrizes para a Nova Aliança Evangélica durante o Terceiro Congresso Lausanne de Evangelização Mundial de 2010. Desde então, a Aliança veio finalmente a se consolidar em novembro de 2010, com o propósito de agregar a Igreja para o serviço

Jair Bolsonaro questiona sexualidade da presidenta Dilma Rousseff

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou a causar polêmica. Ao criticar as políticas pró-homossexuais do governo, ele questionou a sexualidade da presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (24). “Dilma Rousseff, pare de mentir! Se gosta de homossexual, assuma! Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau!”, esbravejou na tribuna, ao falar do kit anti-homofobia (campanha desenvolvida pelo MEC para combater o preconceito contra homossexuais nas escolas).

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Marta pede punição de Bolsonaro por falta de decoro


Em seguida, o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) reprovou a postura do colega. “O que nós ouvimos aqui hoje foi um discurso que, se entendi direito, faltou com o decoro parlamentar ao fazer insinuações a respeito da própria presidente da República, quando acho que a opção sexual de qualquer ser humano, deputado, é uma questão de foro íntimo”.
Em entrevista ao "Terra Magazine", Bolsonaro negou ter questionado a sexualidade de Dilma e culpou a “língua portuguesa” pela interpretação da frase. “No meu discurso de hoje, perguntei se ela estava mentindo e pedi que ela explicasse sua relação com os homossexuais. A nossa língua portuguesa permite um montão de interpretação. Eu não chamei a Dilma de homossexual. Eu posso até pensar o quiser contra ela, mas não vou desqualificar o nível da importância do que está sendo tratado aqui”, disse.

Oposição quer que TCU investigue fraude no Ministério das Cidades Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/oposicao-quer-que-tcu-investigue-fraude-no-ministerio-das-cidades-3312558#ixzz1eeEWLebY © 1996 - 2011. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Pasta teria fraudado projeto da Copa com aval do ministro Mário Negromonte


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BRASÍLIA - O PPS protocolou nesta quinta-feira na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara um pedido para que o Tribunal de Contas da União (TCU) apure a denúncia de que o Ministério das Cidades aprovou, com o aval do ministro Mário Negromonte, um documento forjado para mudar um projeto de transporte para a Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá, no Mato Grosso.
- Somente nesse caso já vemos indícios de irregularidades que envolvem R$ 1,2 bilhão. Queremos uma apuração rigorosa para que não se repita o que aconteceu nos jogos Pan-Americanos, quando o próprio TCU apontou um festival de superfaturamentos e desvios de dinheiro público - afirmou o líder do PPS, deputado federal Rubens Bueno (PR).
O pedido do PPS precisa ser aprovada pela comissão da Câmara para que o TCU inicie a apuração do caso.No papel de líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) minimizou a denúncia e pediu que se cheque a veracidade das informações. Vaccarezza disse que sequer tinha lido a notícia e argumentou que muitas das denúncias feitas nos últimos meses, contra outros ministros, nem todas eram verdadeiras.
- Não vamos tomar nenhuma medida para impedira a investigação deste novo fato, mas vamos exigir também cuidado para que não seja apenas uma ação política. Não vamos admitir nenhum malfeito, mas também não vamos admitir linchamento.
Confrontado com a informação que existe um documento que comprova a fraude para respaldar um acordo político, Vaccarezza também preferiu questionar a existência do documento publicado nesta quinta-feira na imprensa.
- É preciso ver se tem o documento - indagou Vaccarezza.
Para ele, o fato de ter sido publicado na imprensa é insuficiente e é preciso que o documento seja analisado pelos órgão de fiscalização. Ele lembrou que muitas vezes a denúncia não se comprova.
O líder disse que não vê ainda uma reação contrária da sociedade ao governo de Dilma Rousseff devido a inúmeras denúncias envolvendo ministro do governo.
- Tenho contato permanente com a sociedade, por dever de oficio, e também tem as pesquisas. Vejo a sociedade apoiar o governo, o país andar bem. As investigações estão em andamento, os órgãos funcionando de forma consistente. Vejo a sociedade satisfeita pelos elementos que eu tenho.

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domingo, 20 de novembro de 2011

CADERNO DE MISSÕES



A ideia é publicar trabalhos missionários das mais variadas denominações evangélicas. Entendemos que a Escola Dominical é um trabalho missionário. A coreografia cristã e demais outras formas de evangelismo pautado na Palavra de Deus, é um trabalho missionário.
Estamos lançando o Caderno de Missões para quem leva a sério o IDE de Jesus.
Se você é pastor, dirigente de igreja ou simplesmente é um irmão que ama a obra evangelística e missionária, vamos nos unir. Vamos ser o repórter de Deus e comunicar o evangelho que salva, liberta e cura.

Nosso telefone é: 21- 9794-6929
7741-3018
ID 104*167523

Golpe perverso contra a Previdência e a esperança


Instalado no Centro Jurídico da Universidade Federal do Pará, no campus do Guamá, o juizado especial do idoso, composto de duas varas, julga em média por mês cerca de 80 processos relativos a fraudes bancárias praticadas contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Embora expressivo, esse número dá apenas uma pálida ideia da dimensão do problema que torna infelizes milhões de idosos em todo o Brasil e em particular no Estado do Pará.
Não existem, até hoje, levantamentos estatísticos atualizados e confiáveis a respeito de crimes contra a economia popular do idoso no Pará, nem por parte da Secretaria de Segurança Pública e nem do Tribunal de Justiça do Estado. De qualquer forma, os números disponíveis já permitem apontar o Pará como sendo, proporcionalmente à sua população, um dos campeões brasileiros nesse tipo de ocorrência, segundo advogados que atuam nessa área e autoridades do próprio Judiciário.
As fraudes, feitas muitas vezes grosseiramente, consistem no uso de documentos forjados e na elaboração de contratos fictícios de empréstimos em consignação para permitir o desconto, em parcelas mensais, dos valores pagos pelo INSS aos aposentados e pensionistas. Os arranjos são feitos de forma tão indecorosa que, não raro, as informações contidas no “contrato” não têm qualquer relação com o suposto tomador do empréstimo – no caso, a vítima, beneficiária da Previdência Social.
Há três anos atuando na prestação de assistência jurídica a idosos, através de escritório montado em Castanhal, a advogada Aline Takashima coleciona alguns casos escabrosos e reveladores do descalabro a que se vêm entregando algumas instituições financeiras e seus corretores. São comuns, por exemplo, os casos de descontos em conta de aposentados e pensionistas residentes no interior do Pará e nos quais o dinheiro correspondente vai parar em contas de terceiros em cidades distantes de outras regiões do país. Em outra situação absurda, foi apontado como pertencente ao suposto tomador do empréstimo um número de telefone com identificação dos Emirados Árabes, pequeno país do sudoeste asiático.
Especialista em direito financeiro e comercial, Aline Takashima acompanhou, no início desta semana, em Belém, o julgamento, pelo Juizado do Idoso, de três processos em que figurava como vítima uma mesma pessoa – a aposentada Benedita Trindade Vieira, residente na comunidade de Fazendinha, no município de Marapanim. Na conta dela, apareceram descontos relativos a três supostos “empréstimos” em consignação, sendo um em nome do Banco BMG, outro do Banco Mercantil do Brasil e um terceiro do Banco Votorantim.
Acontece que Benedita nunca havia tomado de empréstimo um centavo sequer e nem havia assinado um único contrato. No julgamento, o juiz Miguel Lima dos Reis Júnior, titular da 1ª Vara do Juizado Especial Cível e Criminal do Idoso, deu ganho de causa à vítima e condenou os três bancos ao pagamento de indenização por danos morais e o ressarcimento em dobro dos valores irregularmente descontados, acrescidos de juros e correção monetária. Nos três processos, a vítima deverá receber um total de aproximadamente R$ 20 mil.
Mutirão para combater crimes
Num período de apenas seis anos, de 2003 a 2008, a Força-Tarefa Previdenciária efetuou, em todo o Brasil, 1.172 prisões, sendo 264 de servidores públicos e 821 cidadãos comuns. Essas prisões ocorreram no curso de 183 operações, em cuja execução foram cumpridos também 1.615 mandados de busca e apreensão. Integrada pelo Ministério da Previdência Social, Departamento de Polícia Federal e Ministério Público Federal, a Força-Tarefa Previdenciária foi criada com o objetivo, entre outros, de combater os crimes previdenciários.
No Pará, além de casos pontuais de prisões em flagrante, contam-se nesse período diversas operações, algumas delas com grande impacto. Em 2008, por exemplo, tivemos a Operação Flagelo, para cumprimento de 31 mandados de prisão e 37 de buscas e apreensão. A mesma operação se repetiria em 2009, com 128 mandados judiciais, sendo 70 de busca e apreensão e 58 de prisão preventiva. Entre as duas, tivemos ainda por aqui a Operação Epitáfio, em dezembro de 2008.
Em 2010, a Polícia Federal realizou a “Operação Papeleiro”, para reprimir a falsificação de documentos previdenciários. E, já em 2011, tivemos a Operação Hidra de Lerna, para cumprimento de 35 mandados de prisão, 47 de busca e apreensão e 6 de condução coercitiva. Nessa operação, foram desarticuladas quatro quadrilhas. Entre os presos, estavam dois servidores da Previdência Social, um agente prisional, um funcionário do Bradesco, 27 intermediários, conhecidos como “cartãozeiros” e quatro pessoas portadoras de documentos falsos para saques fraudulentos de benefícios.
As repetidas operações da Polícia Federal e o grande número de prisões, em quase todas elas, mostram que os fraudadores estão ativos em todo o Estado e costumam agir com grande desenvoltura. E isso já vem de um bom tempo. Em março de 2006, por exemplo, seis pessoas foram presas em Belém, pela Polícia Federal. Elas eram acusadas de integrar uma quadrilha de fraudadores, que utilizavam, sem autorização, dados de aposentados e pensionistas para obter empréstimos em instituições financeiras em nome dos beneficiários da Previdência Social.
Os idosos só percebiam que tinham sido vítimas do golpe quando apareciam em seus contracheques os descontos dos empréstimos que eles nunca haviam realizado. De lá para cá, a situação só fez piorar, com o aumento do número de instituições financeiras no mercado e dos seus corretores, alguns deles atuando como artífices das operações fraudulentas.
Envergonhadas, vítimas silenciam
Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calculou em 701,2 mil o número de aposentados e pensionistas no Pará pelo regime geral de beneficiários do INSS. Esse número provavelmente passará de 800 mil se a ele forem acrescentados os inativos do Estado e de outros regimes previdenciários. No plano teórico, todo esse contingente é alvo potencial dos fraudadores. Na prática, porém, nem todos – e justamente no aspecto seletivo reside outro ponto especialmente perverso da fraude contra os aposentados.
A advogada Aline Takashima diz que não é possível precisar um percentual dos idosos fraudados que formalizam reclamação judicial contra instituições financeiras. Mas, certamente – afirma –, é um percentual absurdamente baixo, quando consideramos o todo, porque de um modo geral trata-se de pessoas extremamente simples. Essas pessoas, segundo ela, temem inclusive que uma eventual reclamação possa resultar na suspensão de seu benefício. “São pessoas humildes, muitas delas analfabetas, que moram em vilarejos afastados e que enfrentam muitas vezes enormes limitações de acessibilidade, seja por questões de natureza física, educacional ou econômica”, assinala a advogada.
Aline Takashima destaca que a esmagadora maioria das pessoas lesadas prefere silenciar, ainda que isso lhes acarrete privações de alimentos e até mesmo de remédios. Acontece, diz ela, que essas pessoas, por excessivamente humildes e retraídas, acabam tendo enormes dificuldades de atendimento, tanto nas delegacias de polícia quanto nas agências da Previdência Social. É por isso, segundo o seu entendimento, que as fraudes estão sendo praticadas em números crescentes e com grande desenvoltura em todo o interior do Pará.
O juiz Miguel Lima, do Juizado Especial do Idoso, observa que, depois que se criou o regime de empréstimo em consignação, criou-se também no Brasil “uma legião de fraudadores”. As fraudes, segundo o magistrado, tanto lesam os bancos como os idosos, embora haja entre ambos uma diferença importante. Os bancos acabam lucrando pelo grande volume de negócios, mesmo quando condenados em vários processos ao pagamento de indenizações. “A vítima é mesmo o aposentado”, admite. (Diário do Pará)

CCT discute acesso gratuito a cadastros eletrônicos de consumidores


O consumidor poderá ter acesso gratuito, via internet, às informações sobre ele arquivadas em cadastros de consumo como SPC e Serasa. A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) analisará projeto (PLS 470/2011) com esse sentido em reunião extraordinária a ser realizada na próxima quarta-feira (23).
Segundo o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), autor do projeto, o artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) só garante à população o acesso gratuito aos seus dados nas modalidades de atendimento presencial e por carta. No entanto, na justificativa do projeto, o parlamentar considera que "para o consumidor, a internet seja o modo mais fácil e adequado para que ele consulte informações sobre sua eventual inadimplência". Bauer afirma que as entidades de cadastro de consumo já recebem tarifas de bancos e empresas por seus serviços, o que tornaria "abusiva" a cobrança ao consumidor pela consulta via internet.
A matéria recebeu parecer favorável do relator, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), e será apreciada em caráter não terminativo. 
Radiodifusão
Na mesma reunião, a CCT apreciará projetos de decreto legislativo que outorgam nove autorizações e uma permissão para execução de serviços de radiodifusão, além de seis renovações de permissão e uma renovação de concessão para tais serviços. 
Orçamento
A CCT também discutirá e votará emendas ao Projeto de Lei Orçamentária de 2012.
Paulo Cezar Barreto / Agência Senado

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