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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

CONCURSO PÚBLICO EM PORTO VELHO

Concurso público movimentou o domingo em Porto Velho

Centenas de candidatos fizeram ontem o concurso da Caixa Econômica Federal em todo país.

Jornal de Rondônia
Foto: Tv Rondônia
Foto: Tv Rondônia
PORTO VELHO – Em Porto Velho candidatos chegaram bem antes do horário marcado e tiveram que esperar em frente as escolas.
As 11h da manhã os portões abriram, mas as provas só começaram ao meio dia.
Em Rondônia 14.973 se inscreveram. A seleção é para técnico bancário novo de nível médio.
As vagaz são para cadastro reserva de acordo com o planejamento da Caixa. O salário é de R$ 1.744 reais para jornada de trabalho de 6h diárias.
O técnico bancário fará atendimento aos clientes e ao público em geral, efetuando operações diversas, executando atividades bancárias e administrativas.
O concurso público terá 3 etapas: provas objetivas, prova de redação e exames médicos admissionais.
O concurso público terá validade de um ano, podendo ser prorrogado, a critério da Caixa, uma única vez por igual período, contando a partir da data de homologação do resultado final, prevista para 19 de junho.
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PSOL VIRA PLUA

Política

PSOL X PSOL

Lideranças afirmam que aliança com DEM em Macapá desmoraliza história do partido no Brasil

Nota do partido ameaça expulsar Clécio e Randolfe das fileiras do PSOL caso aliança seja mantida


Márcia Serrano em 17/10/2012

Foto: Pepi Seabra

Repúdio / Puramente eleitoreira, a aliança foi alvo de críticas dos dirigentes do PSOL nacional
A aliança anunciada na última quinta-feira (11) entre o PSOL e DEM para o segundo turno da eleição municipal em Macapá, ganhou as páginas dos noticiários nacionais. Enquanto em terras tucujus a aliança era festejada pelo novo, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL) sofria duras críticas país a fora.
Puramente eleitoreira, a aliança foi alvo de críticas dos dirigentes do PSOL nacional que assinaram nota pedindo providências ao presidente do partido, deputado Ivan Valente (PSOL/SP).
A nota chama de “agressão” a aliança entre o candidato Clécio Luis e o candidato derrotado Davi Alcolumbre do democratas que fez coligação com PSDB e PTB.
“É evidente que a candidatura a prefeito de um deputado federal do DEM, apoiada por DEM, PTB e PSDB, só pode ser uma candidatura de direita, da qual não devemos buscar o apoio, e com a qual, muito menos, podemos fazer qualquer aliança programática. Tampouco faz nenhum sentido fazer com estes partidos uma “aliança pela moralidade”. DEM, PTB e PSDB estão na lista de partidos com os quais o DN do PSOL proibiu qualquer aliança nas eleições de 2012. Se esta aliança se mantiver, representará uma mancha que envergonhará e indignará todo o PSOL; obviamente, não se trata de um assunto do PSOL do Amapá apenas", diz a nota.
Desmoralização
Em um dos trechos a nota é bastante dura com os representantes do PSOL no Amapá. “Um partido cuja razão de ser é representar uma alternativa de esquerda à adaptação da maior parte da antiga esquerda brasileira ao social-liberalismo não pode tolerar esta aliança em Macapá, sob pena de se desmoralizar e de comprometer todo o seu discurso político. A desastrada política encaminhada em Macapá deve ser revertida, ou os responsáveis por ela deverão ser sancionados pelo partido. Se não adequarem sua atuação à linha do partido, não deverão ter lugar nas suas fileiras”, diz a nota publicada ontem (16) no site do PSOL nacional.
Agora o senador Randolfe Rodrigues terá que explicar no Amapá que a aliança tão festejada não passa de apoio unilateral do candidato Davi Alcolumbre. E que se for mantida como declarada poderá trazer sérios problemas à eleição de Clécio Luis na capital.
Para os holofotes globais, o único representante do PSOL no Senado Federal, pediu a cassação de Demóstenes Torres , senador do DEM goiano. Mas em terras tucujus aceitou que o DEM entrasse no arco de alianças para que o novo pudesse disputar o segundo turno em Macapá. Ao que parece em terras tucujus vale tudo, só não vale perder a eleição.
Deu na Folha
Segundo matéria assinada pela jornalista Natália Peixoto, colaboradora do jornal Folha de São Paulo, o candidato Clécio Luis, se eleito, não fará concessões. "Não há qualquer tipo de cessão programática a qualquer um dos candidatos que manifestaram apoiar nossa candidatura no segundo turno", declarou Clécio.
Mas quem acompanhou a festa da aliança, testemunhou o anúncio de Clécio Luis do que ele chamou de “compromisso programático”, ou seja, a incorporação de alguns pontos do programa do DEM ao do PSOL.
Ainda durante a festa da “aliança pela moralidade” Davi Alcolumbre disse que a incorporação programática foi uma das imposições do DEM para fechar a aliança. A mesma incorporação programática, negada por Clécio Luis.
Ainda segundo a reportagem o presidente do PSOL diz que o importante é que Clécio confirmou que não há "concessão ou negociação para cargos numa futura composição". O DEM apoia a candidatura de Clécio,mas ficará de fora da gestão do PSOL.
Revolta
A nota do PSOL cearense é ainda mais dura contra a aliança costurada em Macapá a quem chama de “irresponsável, suicida, absurda e injustificável". Leia na íntegra:
Carta aberta do PSOL/Ceará
O Partido Socialismo e Liberdade, seção cearense, por meio de sua Comissão Executiva Estadual, diante da irresponsável, suicida, absurda e injustificável política de alianças do Psol em Macapá e diante do silêncio das instâncias nacionais do partido e em respeito às resoluções democráticas do partido quanto à política de alianças, se dirige ao conjunto do partido e à sociedade brasileira para:

1. REPUDIAR, da forma mais veemente possível, a aliança realizada pela campanha de nosso candidato à prefeito de Macapá, Clécio Luis, com o DEM e outros setores, candidatos e partidos conservadores e reacionários daquela capital; seu efeito devastador e desmoralizador para o nosso pequeno, mas, aguerrido e necessário partido é semelhante à filiação (e candidatura) de um miliciano no Rio de Janeiro, prontamente rechaçada pela direção nacional do partido.

2. DEPLORAR a postura de nosso único representante na Câmara Alta, o Senador Randolfe Rodrigues, que, negando sua atuação em Brasília de combate ao DEM, às oligarquias e à corrupção (vide a cassação de Demóstenes), patrocina alianças com esses mesmos setores em seu Estado natal, o Amapá.

3. ESTRANHAR o silêncio de nosso Presidente Nacional, Dep. Ivan Valente, cuja trajetória exemplar de combativo militante comunista não se coaduna com a omissão até o presente momento; Ivan não pode passar à história como o dirigente em cuja gestão se patrocina a liquidação - que não queremos consumada - de nosso partido.

4. EXIGIR da Direção Nacional do Partido o CUMPRIMENTO DE NOSSAS RESOLUÇÕES PARTIDÁRIAS, DESAUTORIZANDO, desde já, publicamente essa aliança, DETERMINANDO a não participação de figuras públicas do DEM (e de outros partidos da direita) em nossa Campanha Eleitoral (inclusive no programa eleitoral) e ABRINDO procedimento de ética para apuração da conduta de filiados que se choca contra as decisões partidárias.
5. CONCLAMAR tod@s @s parlamentares, dirigentes, militantes, filiado@s e simpatizantes do PSOL em todo o país a SE LEVANTAR contra essa vil conduta que desonra e envergonha a tod@s nós e a DEFENDER de forma veemente o nosso Partido Socialismo e Liberdade d@s inimig@s, estejam ele/a/s dentro ou fora do partido; o lugar de quem quer se aliar e fazer política com a direita conservadora, corrupta e reacionária não é o PSOL. As campanhas do partido em Fortaleza, no Rio de Janeiro e em outros municípios demonstram que a coerência com nossos princípios é o melhor caminho a seguir.
VIVA O PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
Fortaleza, 16 de outubro de 2012
Partido Socialismo e Liberdade - Comissão Executiva Estadual - Ceará

GAROTINHO INOCENTADO

Supremo rejeita denúncia contra Garotinho por compra de votos

Lewandowski e Gilmar Mendes batem boca. “Não sou aluno de Vossa Excelência”, disse o revisor do mensalão

Publicado:
Atualizado:

Garotinho foi acusado em processo de compra de votos em Campos
Foto: Arquivo O Globo - 09/02/2012 / Gustavo Miranda
Garotinho foi acusado em processo de compra de votos em CamposArquivo O Globo - 09/02/2012 / Gustavo Miranda
BRASÍLIA - Em meio a um bate-boca entre os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, por seis votos a um o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou denúncia contra o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), acusado de envolvimento na compra de votos durante a eleição de 2004 em Campos, quando Geraldo Pudim era o candidato. Os ministros, por ampla maioria, entenderam que não havia provas do envolvimento do deputado na suposta fraude. Para eles, o fato de Garotinho ser presidente regional do PMDB à época não comprovaria que ele tivesse conhecimento de algum esquema irregular, como asseverava o Ministério Público. A ministra relatora Rosa Weber foi a única a aceitar a denúncia.
Lewandowski e Mendes se desentenderam ainda durante a votação se o processo deveria ser desmembrado ou não, porque somente Garotinho tinha direito a foro privilegiado pelo fato de ser deputado federal. Lewandowski defendeu que as pessoas que não tinham esse benefício deveriam responder às acusações em primeira instância e, assim, garantir, se fosse o caso, direito à revisão do processo. Gilmar e outros quatro ministros discordaram. Para embasar seu voto, Gilmar observou que Lewandowski, em situação semelhante, em outra ocasião, havia votado pelo não desmembramento. Foi o suficiente para o ministro se irritar.
- Se Vossa Excelência insistir em me corrigir, porque eu não sou aluno de Vossa Excelência, eu não vou admitir nenhuma vez mais, senão vamos travar uma comparação de votos - disse Lewandowski, alterado.
Vossa Excelência pode fazer a comparação que quiser. E Vossa Excelência não vai me impedir de me manifestar no plenário em relação a pontos que estamos em divergência - devolveu Mendes.
Lewandowski declarou que era a segunda vez, em 15 dias, que Mendes o questionava sobre seu jeito de votar.
- É a segunda vez que Vossa Excelência faz, em menos de 15 dias. Eu não sou aluno de Vossa Excelência. Sou professor na mesma categoria - continuou Lewandowski.
- Vossa Excelência faz como quiser. O que está sendo dito aqui é que há decisões tomadas. Vossa Excelência está se revelando muito sensível. A tradição indica que nós devemos ter o hábito de conviver com críticas - disse Gilmar Mendes.
O presidente do STF, Carlos Ayres Brito, tentou contemporizar:
- Aqui ninguém diminui ninguém intelectualmente.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/supremo-rejeita-denuncia-contra-garotinho-por-compra-de-votos-6427505#ixzz29aPeqIkv
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A IDENTIDADE POLÍTICA EM SEROPÉDICA 02


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A IDENTIDADE POLÍTICA DE SEROPÉDICA 01








domingo, 14 de outubro de 2012

O FIM DA MÁFIA EM SEROPÉDICA E BAIXADA

Derrota nas urnas põe fim à dinastia de figurões da Baixada

Clã dos Cozzolino também vê prestígio e influência acabarem em Magé

Publicado:
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Antes conhecido como o Rei da Baixada, Zito, prefeito de Caxias, não se reelegeu
Foto: Roberto Moreira/07-10-2012
Antes conhecido como o Rei da Baixada, Zito, prefeito de Caxias, não se reelegeuRoberto Moreira/07-10-2012
O olhar fixo e distante para fora da janela do gabinete, a fisionomia abatida e a voz embargada não deixam qualquer dúvida. Ele não é mais o cara. Derrotado nas urnas, o prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito (PP), amarga agora apenas o papel de coadjuvante na política fluminense. Zito é o retrato de uma eleição em que clãs como o do contraventor Aniz Abrahão David, o Anísio, e o da família Cozzolino perderam o poder em municípios da Região Metropolitana e no interior do Rio. No auge da popularidade, no início da década de 2000, Zito conseguiu eleger prefeitos o irmão Waldir (Belford Roxo) e a então mulher Narriman (Magé). De quebra, angariou votos que levaram a filha Andréia à Câmara Federal. Zito está no terceiro mandato e ganhou o apelido de Rei da Baixada. Era cortejado por uma nata de políticos influentes. Ascensão e queda.


— A derrota foi inesperada, mas respeito a decisão do povo. Não foi um julgamento do político Zito e sim do meu governo. Tivemos muitos problemas — lamenta ele, em entrevista ao GLOBO.
Ressentimento do governador
Zito saiu do PSDB em 2010. Nunca concordou com a aliança entre os tucanos e o PV de Fernando Gabeira nas eleições municipais de 2008. Filiou-se ao PP a convite do senador Francisco Dornelles e do governador Sérgio Cabral. Com 72.973 votos dos 607.663 em disputa, Zito ficou em terceiro lugar domingo passado. Foram para o segundo turno em Caxias Alexandre Cardoso (PSB) e Washington Reis (PMDB), este com o apoio de Cabral.
— Se ele (Cabral) disse agora na campanha do meu adversário que ia resolver o problema da falta de água na cidade, por que então ele não fez isso no meu governo? — pergunta Zito, ressentido. — O futuro a Deus pertence. Tenho certeza que o político Zito se fortalecerá naturalmente ao longo do tempo.
Banqueiro do jogo do bicho, Anísio tentou emplacar a “família Beija-Flor” em prefeituras da Baixada Fluminense e na Região Serrana. Em Nilópolis, município administrado há décadas pelo clã (cinco parentes já foram prefeitos), Anísio fracassou na reeleição do sobrinho Sérgio Sessim (PP), segundo colocado com 46.312 votos. A vitória foi de Alessandro Calazans (PMN), com 48.137 eleitores.
Não adiantou o apelo no material de propaganda eleitoral espalhado nas rucom fotos do sorridente contraventor ao lado de Sérgio Sessim e a frase: “Anísio pede o seu voto”. Condenado pela Justiça Federal, em março, a 48 anos e oito meses de prisão por formação de quadrilha e corrupção, o bicheiro teve de se contentar com o também sobrinho Abraãozinho David (PSD), eleito vereador.
Em Mesquita, cidade vizinha, Anísio indicou o irmão, Farid Abrão (PDT), ex-prefeito de Nilópolis (2001-2008) e ex-presidente da Beija-Flor. Ele foi derrotado pelo desconhecido Gelsinho Guerreiro (PSC) por 41.608 a 24.466 votos. A candidatura de Farid chegou a ser vista pelos adversários como uma desavença familiar já que ele teve de dar a vez para a reeleição de Sérgio Sessim.
Anísio sofreu ainda com a derrota do amigo e candidato a prefeito de Teresópolis, Mário Tricano (PP), que teve o registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).
Amadurecimento e cansaço popular
Ex-prefeita de Magé, Núbia Cozzolino também viu a dinastia da família ruir. O clã dominava a política local desde a década de 1980. Ela foi afastada do cargo por abuso de poder político e econômico em 2009 e cassada no ano seguinte. Restou à Núbia e aos parentes apoiarem a candidatura de Ricardo da Karol (PSB), derrotado com 33.435 votos contra 88.098 do prefeito reeleito Nestor Vidal (PMDB).
Os Cozzolino ficaram de fora até da Câmara municipal. Os irmãos de Núbia, Dinho (PR) e Marcelle Cozzolino (PTdoB), perderam a disputa para o cargo de vereador. Em Guapimirim, a família apostou no candidato a prefeito Cesar do Modelo (PTdoB). Outra derrota.
— A saída dessas famílias do poder é fruto do amadurecimento, do regime republicano e do processo democrático. Nos últimos anos, foram as mudanças mais significativas na política do Rio. Mostra que o eleitor tem mais acesso à informação e à educação — afirma Eurico Figueiredo, professor de pós-graduação de Ciências Políticas da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Para Marly Motta, historiadora e especialista em política fluminense da Fundação Getulio Vargas (FGV), o fenômeno caracteriza uma “cansaço popular”. Segundo ela, as mudanças eram previstas:
— Já há uma movimentação dos partidos para se articularem visando às eleições de 2014. Vão buscar alternativas depois da queda dos clãs.
Procurada pelo GLOBO, a assessoria de imprensa de Anísio informou que ele está viajando. Simão Sessim não retornou as ligações. Ninguém da família Cozzolino foi encontrado, assim como Farid Abrão.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/derrota-nas-urnas-poe-fim-dinastia-de-figuroes-da-baixada-6390902#ixzz29INjlSwG
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sábado, 13 de outubro de 2012

JORNALISTA AMEAÇADO FAZ DENÚNCIAS


ATENÇÃO POVO DE SEROPÉDICA,  MINISTÉRIO PÚBLICO, OAB, FENAJ, SINDICATO DOS JORNALISTAS, ÓRGÃOS DE DEFESA AOS DIREITOS HUMANOS E DEMAIS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS...

A GANG DO POLÍTICO FICHA SUJA ANABAL BARBOZA DE SOUZA ESTÁ ESPALHANDO NA REGIÃO QUE A JUÍZA DE SEROPÉDICA RECEBEU 2 MILHÕES PARA INDEFIRIR PEDIDO DE PROCESSO CONTRA O JORNALISTA GILBERTO PESSOA E O PREFEITO MARTINAZZO.

VAMOS NOS UNIR E COLOCAR NA CADEIA TODOS DA GANG DO ANABAL QUE EXERCEM VÁRIAS FUNÇÕES NO MUNICÍPIO. TEM ATÉ FALSOS JORNALISTAS, POLICIAIS MILITARES, COMERCIANTES, GENTE HUMILDE QUE RECEBE PEQUENAS QUANTIAS PARA ESPALHAR MENTIRAS....

VAMOS NOS UNIR E DENUNCIAR ESSES BANDIDOS QUE INSISTEM EM TIRAR A PAZ DA POPULAÇÃO.

HOJE MESMO AO ANOITECER UM CARRO SUSPEITO PASSOU NA PORTA DA MINHA CASA.

SÃO TODOS BANDIDOS COVARDES!

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